Guia completo de marketing digital

Por: Victoria Salemi
Guia completo de marketing digital

Aqui você encontra:

Se você vende produtos ou serviços e está conectado à internet nos últimos anos, certamente já ouviu falar em marketing digital. Mas você sabe o que esse conceito engloba e, mais importante, como aplicá-lo ao seu negócio?

É bem possível que você tenha conhecimento de que trata-se de uma estratégia para conquistar mais clientes, porém muito difícil e acessível apenas às grandes empresas, certo? Errado!

E, ao longo deste artigo, vamos desvendar tudo o que está por trás do marketing digital e mostrar que qualquer um pode aplicar esse tipo de estratégia ao seu negócio, das mais diferentes formas. Duvida? Venha comigo, pois vou te mostrar como! 🤓

O que é marketing digital?

Marketing digital é a estratégia de marketing aplicada no ambiente online. Como você já deve estar imaginando, essa é uma ideia bastante ampla, pois inúmeras ações podem ser realizadas na internet.

As iniciativas de marketing digital podem ter diversos objetivos, como:

  • Fazer com que mais pessoas conheçam sua marca;
  • Atrair mais cadastros em sua newsletter de conteúdo;
  • Trazer visitantes para seu site;
  • Realizar mais vendas.

Esses são apenas alguns dos principais exemplos e, para cada uma dessas metas, há diversas ações que podem auxiliá-lo. Ao longo deste artigo, teremos uma seção exclusiva para detalhar as principais estratégias dentro do marketing digital. Então, siga comigo!

Para que serve o marketing digital?

O marketing digital serve para atingir o objetivo principal de todas as empresas: vender. Para chegar a ele, todavia, existem muitas técnicas, formatos e estratégias diferentes.

O marketing digital, portanto, diz respeito ao que é feito na internet para aumentar as vendas, sejam elas em lojas virtuais ou físicas.

Como funciona o marketing digital?

Após nossa introdução ao conceito de marketing digital, é possível afirmar que ele pode funcionar de várias formas. Mas, resumidamente, pode-se dizer que a ideia é que, ao entrar em contato com conteúdos e anúncios da sua empresa, as pessoas optem por comprar seus produtos ou contratar seus serviços.

Existe toda uma lógica por trás desse trabalho de convencimento, a qual conheceremos na seção sobre “Conceitos de marketing digital”.

Vantagens do marketing digital

Agora que já sabemos o que é marketing digital, hora de entender por que tanta gente tem se interessado por essa estratégia. Vejamos por que investir em marketing digital é uma boa ideia:

1. Acessibilidade do investimento

Ao contrário dos anúncios em mídias tradicionais, como rádio, TV e outdoors, o investimento em estratégias de marketing digital não precisa ser tão alto. Isso significa que, mesmo que não tenha tantos recursos para pagar pelos anúncios, por exemplo, você consegue colocá-los no ar.

É claro que, quanto maior o investimento, mais pessoas você vai conseguir alcançar. Mas o marketing digital permite que, ao menos, você comece sua estratégia de anúncios e que eles sejam exibidos a algumas pessoas.

Mais adiante, você vai conhecer como funciona para anunciar no Google e nas redes sociais, mas já podemos adiantar que você só vai pagar pelas pessoas que efetivamente virem suas peças publicitárias ou realmente clicarem em seus links.

Além disso, existem outras estratégias que vão demandar muito mais tempo de trabalho do que recursos financeiros. Então, essa é uma boa possibilidade se você não tiver como pagar em um primeiro momento.

2. Maior alcance

Você sabia que, em 2019, o Brasil tinha 134 milhões de pessoas conectadas à internet? Os dados são da pesquisa TIC Domicílios e mostram como a presença online por parte das empresas é fundamental hoje em dia.

É claro que, a cada ação de marketing digital criada, você não vai impactar todos os brasileiros online, mas o potencial de atingir seu público-alvo torna-se maior à medida que mais gente acessa a internet, não é mesmo?

3. Assertividade

Um dos pontos-chave do trabalho com o marketing digital é a capacidade de criar campanhas assertivas — isto é, que tragam resultados sem que os recursos sejam desperdiçados. Isso se dá por dois principais motivos:

a. Trabalho com nichos

Em primeiro lugar, ao trabalhar na internet para promover sua marca, seus produtos e serviços, você tem a capacidade de atingir exatamente o público da sua empresa.

Isso acontece porque, como dados de navegação são registrados quando as pessoas estão na internet, dá para ter informações a respeito delas (como grupo, não individualmente, vale ressaltar).

Desse modo, é possível segmentar — ou seja, dividir em grupos — seus anúncios de acordo com dados demográficos (idade, gênero, renda, local de domicílio) e com interesses (como esportes, moda, beleza etc).

Quando pensamos em estratégias offline, mesmo que emissoras de rádio ou de TV específicas fossem escolhidas, por exemplo, essa segmentação é muito menos precisa.

Assim, ao falarmos em segmentação no marketing digital, garantimos que a sua mensagem chegue apenas às pessoas que têm potencial para se tornarem clientes.

b. Mensuração de dados

Além da possibilidade de trabalhar com nichos, o marketing digital permite a assertividade das campanhas por causa da mensuração de dados.

Lembra-se de quando falamos que, ao navegar pela internet, dados dos usuários e de suas ações online são registrados? Por meio desse tipo de informação, você será capaz de acompanhar o desempenho das suas estratégias.

Ao fazer esse acompanhamento de perto, você será capaz de identificar o que está funcionando e o que precisa ser aprimorado. Ao identificar logo no início o que não vai bem, você garante que seu investimento realmente traga os resultados esperados.

Conceitos de marketing digital

Antes de conhecermos as estratégias de marketing digital mais populares, é importante estarmos familiarizados com alguns conceitos. Dessa forma, entender a lógica por trás delas vai se tornar mais fácil e você poderá desenvolvê-las com qualidade. 😁

1. Persona

Até aqui, falamos algumas vezes sobre público-alvo. Mas a persona é como se fosse um passo além.

Em vez de definir um grupo que se enquadra entre seus consumidores, você vai criar um personagem semifictício para representar seu cliente ideal. No início, isso será feito a partir de suposições, mas, com o passar do tempo, você deve fazer entrevistas com seus clientes para identificar características comuns para seu personagem.

Vejamos um exemplo para notar a diferença entre público-alvo e persona. O primeiro seria:

Mulheres entre 35 e 50 anos, moradoras da região sudeste do Brasil, de classe C, vaidosas e apreciadoras de cosméticos e maquiagens.

Já a persona, dentro desse mesmo perfil, seria:

Vera Lúcia tem 43 anos e mora no Rio de Janeiro. Ela é manicure e mãe de três jovens, de 21, 18 e 13 anos. Como trabalha no ramo de beleza, ama estar por dentro das tendências e estar bonita. Vai de ônibus todos os dias para o salão onde atende e, no caminho, gosta de ir olhando o Instagram para referências de moda e maquiagem.

Ela não costuma admitir para qualquer um, mas se separou do marido há pouco tempo e se preocupa em envelhecer bem para, quem sabe, encontrar o amor novamente.

Percebe como a persona envolve não apenas dados demográficos, mas medos, gostos e hábitos? A partir dessas informações, é possível saber que redes sociais seu cliente ideal acessa e como convencê-lo de que seu produto pode ser uma solução para suas inquietações, por exemplo.

Dessa forma, criar uma persona vai permitir que você construa estratégias efetivas, pois vai saber exatamente quem quer atingir e poderá adequar o discurso para conversar com essas pessoas.

Nota: há conteúdos que vão chamar esse conceito de buyer persona.

Para saber tudo sobre como definir a persona do seu negócio, confira:


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2. Jornada de compra do cliente

A jornada de compra do cliente (que também pode ser conhecida por “jornada do cliente” ou “jornada do consumidor”) é o caminho que uma pessoa percorre desde o momento em que começa a perceber a necessidade de resolver um problema até, finalmente, comprar o produto ou serviço que vai ajudá-la.

Essa trajetória é composta de algumas etapas:

  • Aprendizado e descoberta: aqui, o indivíduo está percebendo que tem um problema ou que há uma solução no mercado para tornar sua vida melhor. Exemplo: o smartphone de alguém está com o sistema muito lento;
  • Reconhecimento: depois de identificar a necessidade, a pessoa faz uma primeira pesquisa para ver suas possíveis soluções. Exemplo: uma busca no Google por soluções para esse problema, que leva a pensar na compra de um novo;
  • Consideração: nesta etapa, a pessoa identifica as opções pelas quais se interessa e começa a compará-las. Exemplo: uma pesquisa por “celulares com melhor custo-benefício”;
  • Decisão de compra: finalmente, é chegada a hora de tomar a decisão. O consumidor escolhe e faz a compra. Exemplo: comparação dos requisitos técnicos de três modelos de smartphones e a decisão por um deles.

Conhecer cada etapa da jornada de compra é importante na hora de criar suas estratégias de marketing digital. Desse modo, você saberá exatamente o que oferecer (em forma de conteúdo ou anúncio) e por meio de quais canais.

Lembre que, de acordo com o perfil de cada persona, essa trajetória pode variar. Por esse motivo é tão importante ter sua persona bem definida, pois, dessa maneira, você conhecerá a jornada de compra do seu público.

Caso queira se aprofundar nesse conceito, leia nosso artigo a respeito da jornada do cliente:


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3. Funil de vendas

O funil (ou pipeline) de vendas é um modelo desenvolvido para mapear os momentos de conquista de clientes. Mas o que isso significa?

Imagine que uma pessoa nunca tinha pensado em ter uma máquina lava-louças. Se você tem uma loja de eletrodomésticos e logo chegar oferecendo o aparelho para esse potencial consumidor, as chances de que ele realmente compre são bem pequenas, não é mesmo?

Agora, pense que você começa o contato da sua marca com esse indivíduo por meio de um post no Instagram que provoque a identificação por meio de uma dor comum a todo mundo que cuida de casa: a preguiça de lavar grandes quantidades de louça. Percebe como as chances de que você conquiste sua atenção aumentam?

Por esse motivo, criar estratégias para pessoas em cada etapa do funil de vendas é importante. Esses estágios são:

  • Topo de funil: fase de descoberta ou de tomada de consciência da solução que a empresa oferece;
  • Meio de funil: etapa em que a pessoa está familiarizada com o tipo do seu produto/serviço, mas ainda está pesquisando sobre;
  • Fundo de funil: estágio em que a decisão da compra já foi tomada, basta apenas decidir qual opção do mercado será escolhida.

O funil de vendas anda junto com a jornada do consumidor. Para saber mais sobre como basear sua estratégia de marketing digital nesse conceito, confira:


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4. Lead

Um lead é uma pessoa que fornece algum tipo de contato e se torna uma oportunidade de negócio para uma empresa.

Normalmente, para que a pessoa preencha o cadastro da sua empresa (e te dê seu e-mail ou telefone), algo é oferecido em troca. Alguns exemplos são: um cupom de desconto na primeira compra ou um e-book sobre um tema interessante.

Com esses e-mails ou telefones, você pode manter um contato próximo com essas pessoas por meio de estratégias como o e-mail marketing, por exemplo — mas não se preocupe, ainda vamos nos aprofundar nesse tema ao longo deste conteúdo. Dessa forma, quando decidir comprar o tipo de artigo que sua empresa oferece, a tendência é que essa pessoa se lembre de você.

5. Fluxo de nutrição

O fluxo de nutrição é a estratégia criada para nutrir seus leads, ou seja, mantê-los engajados em contato com seu negócio.

Desse modo, toda uma estratégia é criada para que a comunicação com seus potenciais clientes faça sentido. Já pensou se você recebesse um e-mail com ofertas em um dia e, na semana seguinte, uma mensagem de boas-vindas? Seria, no mínimo, esquisito.

O fluxo de nutrição, portanto, visa a organizar as mensagens que serão enviadas aos leads, de modo a despertar e manter seu interesse em seus conteúdos, produtos e serviços.

6. Conversão

Uma conversão é qualquer ação que você queira que um visitante execute. Por exemplo, uma compra concluída pode ser ser uma conversão. Outro tipo de conversão comum no marketing digital é a conquista de um lead.

Tudo vai depender do objetivo que você estabeleceu para a iniciativa. Quando ele for alcançado, você terá uma conversão.

7. Landing Page

Uma landing page é a página por onde um usuário chega a um site — se traduzirmos para o português, o termo significa “página de aterrissagem”. Ela também é conhecida, no nosso idioma, por “página de destino”.

Você deve estar se perguntando: “mas as pessoas não chegam pela home?” 🤔 Não necessariamente!

Por exemplo, se você fez um anúncio no Facebook de uma promoção dos produtos de perfumaria em seu e-commerce, o link dessa campanha deve ser o de uma página específica dessa ação.

O direcionamento a landing pages, inclusive, é uma boa prática quando se trata da criação de anúncios na internet. Portanto, tenha isso em mente quando for planejar os seus — nos tópicos mais adiante vamos conhecer as possibilidades para anunciar online!

8. CTA (Call to Action)

Uma call to action (CTA) é uma chamada para ação. Por meio dela, você indica ao usuário o que ele deve fazer a seguir, seja ao receber um e-mail seu, ao ver um anúncio nas redes sociais ou ao ler um artigo no seu blog, por exemplo.

Em geral, a CTA tem um texto no imperativo, chamando a pessoa a clicar em algum lugar. Por exemplo, em um e-mail com uma promoção de e-books, pode haver um botão com uma chamada para a ação: “Veja mais livros em oferta!”

9. CRM (Customer Relationship Management)

CRM é uma sigla que quer dizer Gestão de Relacionamento com o Cliente (Customer Relationship Management, em inglês).

No contexto do marketing digital, quando alguém fala em CRM, está se referindo a uma ferramenta para fazer um gerenciamento completo de vendas, marketing, atendimento em todos os pontos de contato com o cliente. Algumas das principais do mercado são Pipedrive, HubSpot, SalesForce e RD Station.

Quais as principais estratégias de marketing digital?

Agora que já estamos a par dos principais conceitos, hora de nos aprofundarmos nas estratégias de marketing digital. Já deu para perceber que esse universo é enorme, mas você pode, sim, começar a explorá-lo. 👨‍🚀

1. SEM (Marketing para mecanismos de busca)

A sigla SEM se refere a Search Engine Marketing, ou marketing para mecanismos de busca, em tradução livre. Mecanismos de busca são sites como o Google ou o Bing, por exemplo.

Quando falamos em SEM, estamos nos referindo ao SEO (no qual nos aprofundaremos a seguir) e aos links patrocinados, ou seja, anúncios veiculados nestes canais.

O que é Google Ads?

Quando pensamos no Google, o maior buscador do mundo, a ferramenta utilizada para criar anúncios é o Google Ads. Por meio dela, é possível rodar campanhas de:

  • Links patrocinados: links na página de resultados de busca com um aviso de anúncio;
  • Rede de display: banners que aparecem em outros sites com seus anúncios;
  • YouTube: vídeos publicitários que aparecem antes do conteúdo.

Quando suas campanhas são veiculadas, existem duas principais formas de cobrança:

  • CPC (custo por clique): você paga quando alguém clica em seu link. O preço do CPC varia de acordo com a concorrência da palavra-chave para a qual você quer que seu anúncio apareça;
  • CPM (custo por mil impressões): você paga a cada mil vezes que as pessoas visualizam seu anúncio. Normalmente, esse modelo é mais utilizado na rede de display.

Apesar de ser financeiramente mais custosa, a estratégia de anúncios costuma começar a trazer os primeiros resultados em pouco tempo.

Para saber tudo sobre como anunciar no Google, confiar nosso artigo especial:


Saiba mais...

O que é Bing Ads?

Bing Ads é o correspondente ao Google Ads, só que para anúncios em outro buscador, o Bing. Mas não apenas nele é que as campanhas são exibidas: elas também aparecem no Yahoo! e no MSN.

Essa alternativa pode ser a pedida para negócios que não têm tantos recursos para começar. Isso porque, como quase todo mundo foca no Google, a concorrência nessa outra ferramenta acaba sendo menor.

Para saber mais sobre o Bing Ads e conferir uma comparação aprofundada com o Google Ads, leia:


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2. SEO (Otimização para os mecanismos de busca)

O SEO (Search Engine Optimization, ou otimização para os mecanismos de busca) é a estratégia de tornar seu site mais facilmente identificável pelos buscadores. A ideia é fazer com que suas páginas sejam exibidas como resultados de forma orgânica, ou seja, sem que você precise pagar pelos links patrocinados.

Dessa forma, você consegue atrair tráfego de forma mais rentável e gerar mais credibilidade para seu site. Afinal, você sabia que um estudo da agência Conversion aponta que 77% dos brasileiros confiam mais em resultados orgânicos?

Outro ponto positivo de trabalhar com o SEO é que você não vai precisar pagar para que suas páginas sejam exibidas como resultados. O investimento será em forma de trabalho para otimizar seu site.

Note, todavia, que o SEO tem um ciclo mais longo para que comece a surtir efeito. Essa é uma estratégia de médio a longo prazo.

Existem duas formas para trabalhar o SEO em um domínio: on page e off page. Veja as características de cada uma:

SEO on page

O SEO on page diz respeito às ações de otimização realizadas em suas próprias páginas. Algumas delas são:

Se você nunca fez nada para otimizar seu site, o SEO on page é o primeiro passo. Afinal, é importante começar pelas próprias páginas antes de tentar disseminar seus links e conteúdos pela internet.

SEO off page

Já o SEO off page diz respeito a estratégias fora do seu domínio. Elas também são importantes porque, na hora de ranquear um site, o Google considera também o quão relevante ele é e, para isso, usa referências externas.

Dessa forma, se um site tem muitos links apontando para ele, especialmente de outros domínios que são referências em seus nichos, o Google vai entendê-lo como alguém que oferece bons conteúdos aos usuários.

Para que esses outros sites incluam links para suas páginas, você pode fazer um trabalho ativo. Por exemplo, é possível:

  • Oferecer materiais ricos (como e-books e infográficos) como fonte para outros blogs;
  • Escrever guest posts (artigos como convidado) em outros sites e incluir links apontando para seus conteúdos e/ou produtos;
  • Trabalhar menções na mídia por meio de Relações Públicas.

Quando falamos de SEO off page, fique atento apenas ao cumprimento das boas práticas do Google. Nunca compre e evite a troca de links (faça apenas pontualmente em casos muito benéficos para seu site), pois isso pode prejudicar sua autoridade e prejudicar muito seu ranqueamento. ⚠️

Como vimos, o campo do SEO é bastante amplo. Normalmente, ele é muito associado a conteúdo, mas a otimização deve ser feita em qualquer tipo de site, especialmente em lojas virtuais.

Caso queira saber tudo sobre o SEO para e-commerce, leia nosso guia completo:


Saiba mais...

3. Inbound Marketing

Inbound marketing (ou Marketing de Atração) é a estratégia para fazer com que os potenciais clientes cheguem sozinhos até seu site. É claro que isso não vai acontecer ao acaso — você vai trabalhar para que ocorra.

A ideia é que sua empresa se torne uma referência para o público em seu nicho de mercado e mantenha o relacionamento com as pessoas. Isso pode ser feito por meio de:

  • Conteúdos em seu blog;
  • Materiais como e-books e infográficos;
  • E-mail marketing;
  • Redes sociais;
  • Eventos.

O inbound marketing trabalha em cima do conceito do funil de vendas — pelo qual já passamos neste conteúdo. A ideia é criar materiais para pessoas em todas as fases do funil, de modo que elas os encontrem, se encantem e tenham sua marca em mente quando, finalmente, tomarem a decisão de compra.

Por exemplo, lembra do exemplo da máquina lava-louças? Nesse caso, alguns conteúdos que poderiam ser trabalhados para cada fase são:

  • Topo de funil: um artigo de blog ou publicação nas redes sociais falando sobre os benefícios de ter esse tipo de eletrodoméstico;
  • Meio de funil: um artigo de blog comparando alguns modelos diferentes de máquinas lava-louças de acordo com suas especificações e preços;
  • Fundo de funil: um e-mail marketing com ofertas exclusivas para seus leads.

4. Marketing de conteúdo

Parte do inbound marketing, o marketing de conteúdo não tem grandes mistérios em seu nome: a ideia é produzir conteúdos de qualidade para o público que pode vir a ser seu cliente.

Os dois objetivos principais aqui são:

  • Tornar-se uma referência em seu nicho;
  • Captar leads.

Os formatos mais comuns para tanto costumam ser:

  • Artigos em blog;
  • Publicações em redes sociais;
  • E-mail marketing;
  • Vídeos;
  • E-books, infográficos, estudos e outros tipos de materiais ricos;
  • Podcasts.

Antes de começar, fique atento a como seus conteúdos formarão parte de sua estratégia, certo? Afinal, o objetivo final de qualquer iniciativa de marketing digital é conquistar clientes.

Para saber tudo sobre como aplicar o marketing de conteúdo ao seu negócio, convido você a ler nosso material completo acerca do tema:


Saiba mais...

5. E-mail marketing

O e-mail marketing já foi citado algumas vezes ao longo deste guia, e não é para menos. Afinal, essa é uma estratégia importantíssima no marketing digital. Você sabia que 58% dos brasileiros utilizam seus e-mails com frequência? O dado é do site Statista e mostra a força que essa ferramenta possui.

A estratégia consiste no envio de e-mails à sua base (seus leads!), de modo a manter um relacionamento entre a empresa e o público de forma mais direta. Mas não basta sair mandando qualquer tipo de mensagem.

Como já vimos, um fluxo de nutrição deve ser criado para que as mensagens tenham lógica dentro da jornada do cliente. Ademais, é interessante segmentar seu público, ou seja, dividi-lo em grupos menores, de acordo com o engajamento demonstrado ou a característica que considerar mais relevante.

Para saber como começar a fazer e-mail marketing, dê uma olhada no artigo abaixo:


Saiba mais...

6. Marketing de redes sociais

As redes sociais também já apareceram neste texto mais de uma vez. E não seria para menos, pois quem é que não tem um perfil em alguma delas hoje em dia, não é?

Mas se engana quem pensa que basta criar perfis em todas as redes sociais e pronto. Existe toda uma estratégia por trás do sucesso nas redes. Por isso, foque naquelas em que você já sabe que sua persona está.

As principais redes sociais da atualidade são:

Portanto, avalie o perfil de cada uma delas e decida em quais sua marca deve estar.

O marketing de redes sociais pode ser dividido em duas frentes: a de publicações orgânicas e a de anúncios. Vamos conhecê-las:

Publicações orgânicas

As publicações orgânicas são aquelas que você posta no perfil da sua empresa sem pagar, como faria em uma conta pessoal.

Todavia, para que elas cheguem aos seus seguidores, é necessário entender qual a lógica do algoritmo de cada rede. Há um horário melhor para postar? Um tipo de conteúdo preferido por seus fãs? E qual formato (foto, vídeo, álbum com várias imagens etc) mais os agrada? Esteja atento a todas essas informações para que sua estratégia seja bem-sucedida.

Além disso, muitas empresas limitam-se a apresentar seus produtos em suas publicações. Mas lembra que as redes sociais são parte importante do marketing de conteúdo? Então, ofereça material que, realmente, desperte o interesse das pessoas!

Uma recomendação frequente é a da regra do 80/20. De acordo com ela, o ideal é que uma marca poste 80% de conteúdo e 20% de publicações com cara de propaganda, ou seja, promovendo os próprios produtos.

Anúncios em redes sociais

Além das publicações orgânicas, a grande maioria das redes sociais permite que você faça anúncios por meio delas. E a grande vantagem de utilizá-las para esse fim é que, como as pessoas compartilham muitas informações pessoais nesses canais, a segmentação de acordo com seus interesses é bastante precisa.

O modelo de cobrança é bem parecido com o do Google Ads, por CPC ou CPM. Com valores relativamente baixos, como R$ 10 ou R$ 20, você já consegue dar os primeiros passos.

Cada rede social possui um gerenciador de anúncios próprio. Os principais são:

Para saber mais sobre o marketing nas redes sociais, confira:


Saiba mais...

7. Marketing de afiliados

O marketing de afiliados vem ganhando cada vez mais força com o advento dos influenciadores digitais. Por meio dessa estratégia, as marcas oferecem comissões a influencers e blogs que divulgam seus produtos ou serviços e conseguem realizar vendas.

Para conseguir identificar por meio de qual afiliado o cliente ficou sabendo do seu produto, são oferecidos links parametrizados — ou seja, que permitem ver de onde veio o tráfego — ou cupons de desconto personalizados. As comissões oferecidas variam (podem ser combinados até mesmo outros tipos de benefício, como possibilidade de usar seus serviços gratuitamente por um tempo, por exemplo) e podem ser negociadas caso a caso.

Caso queira ver como funciona uma estratégia de afiliados, você pode dar uma olhada no programa Nuvemshop Associados.

8. CRO (Otimização de Conversão)

CRO (Conversion Rate Optimization, ou otimização de conversão, como é chamada em português) é a estratégia focada na usabilidade de um site que visa a maximizar o número de conversões a partir do tráfego que as páginas já possuem.

Para que essa otimização possa ser feita, existem algumas técnicas, como:

  • Utilizar mapas de calor para ver quais pontos de uma página atraem mais atenção dos usuários — e posicionar botões com CTAs nesses pontos;
  • Realizar testes A/B nas páginas para observar quais versões geram mais conversões.

Existem ferramentas que podem te ajudar nessa tarefa de identificar oportunidades de otimização, inclusive uma gratuita do Google: o Optimize.

Vale destacar, entretanto, que essa é uma estratégia comumente adotada por empresas que já têm outras iniciativas de marketing digital aplicadas. Se você está começando agora, pode deixar o CRO para um outro momento.

9. Remarketing

Chegamos à última grande estratégia do marketing digital: o remarketing.

Ele consiste em impactar novamente pessoas que já estiveram em contato com sua marca, produtos e/ou serviços. Sabe quando você visitou a página de um tênis de corrida e os anúncios desse mesmo tênis ficam aparecendo para você? Pois bem, esse é o remarketing.

As próprias ferramentas de anúncios, como o Google Ads e o Facebook Ads, por exemplo, possuem funcionalidades para que você faça remarketing. Além disso, é possível exibir ofertas de um produto já visitado por meio do e-mail marketing.

Um cuidado necessário na hora de trabalhar com essa estratégia é o de não cansar sua audiência. Ou seja, se você exibiu um anúncio do mesmo produto durante 30 dias e o usuário não comprou, dê um tempo para que ele não fique com uma imagem negativa da sua loja.

Remarketing ou retargeting?

Outro conceito voltado ao marketing para quem já entrou em contato com seus produtos é o do retargeting. E ele se confunde com o do remarketing.

Realmente, essa diferenciação é confusa, pois há muita discordância na literatura. Há quem diga que remarketing é apenas o nome da ferramenta de retargeting do Google. Outros apontam que o remarketing foca em reconhecimento de marca, enquanto o retargeting tem por objetivo apresentar produtos pelos quais o usuário se interessou. 🤷

Seja qual for a definição que você preferir adotar, saiba que o princípio por trás das duas estratégias é o de oferecer um produto ou apresentar uma marca pelos quais o público já demonstrou interesse anteriormente.

Para saber tudo sobre o remarketing, leia nosso artigo focado no assunto:


Saiba mais...

É claro que, além das estratégias de marketing digital listadas aqui, existem outras. Todavia, optamos por focar nas principais para quem está começando a trabalhar a presença digital de um negócio. 😉

Quer saber mais sobre o dia a dia do marketing digital? Dê o play no NuvemCast #3, o episódio do nosso podcast sobre o tema:

Principais métricas de marketing digital

Uma métrica é um dado mensurável.

Lembra-se de quando falamos que uma das vantagens do marketing digital é a capacidade de medir os resultados de ações? Pois bem, esse acompanhamento é feito por meio das métricas.

Algumas delas são bastante comuns e, como o universo do marketing digital é cheio de siglas, vamos te apresentar aos nomes e conceitos das principais delas.

1. Taxa de conversão (CVR ou CR)

A taxa de conversão é uma porcentagem que representa a divisão do número de pessoas que tomaram a ação proposta pelo número de visitantes de um site. Depois, você multiplica por 100 para chegar a uma porcentagem. Essa métrica é mais frequentemente associada às vendas como uma conversão.

Também pode aparecer indicada pela sigla CVR, que vem de Conversion Rate, o nome da taxa de conversão em inglês.

Por exemplo, em um e-commerce que recebeu 500 visitantes e realizou 15 vendas (nesse caso, essa seria a conversão), a taxa de conversão seria de:

  • 15 ÷ 500 x 100 = 3%

Para ter acesso a esse dado a respeito do seu site, você deve usar uma ferramenta de análise. A mais famosa do mercado é o Google Analytics — que, ainda bem, é gratuita! O Analytics vai te informar não apenas a taxa de conversão, mas muitas outras informações relevantes para qualquer estratégia de marketing digital.

Caso queira saber como usar o Google Analytics, confira nosso curso gratuito sobre a ferramenta:

2. ROI (Retorno sobre o Investimento)

O ROI (Return on Investment, do inglês) é o retorno sobre o investimento de determinada ação. Para calculá-lo, você deve aplicar a fórmula:

ROI = (Receita gerada pela ação – Custos do investimento) / Custos do investimento

O resultado obtido será o número de vezes que cada real investido está trazendo de retorno. Por exemplo, se você fez a conta e teve um resultado de 5 para o ROI, isso quer dizer que, a cada R$ 1 investido naquela ação, você está obtendo R$ 5 de retorno.

Desse modo, se o resultado do cálculo for positivo, você está tendo retorno. Caso seja negativo, aquela iniciativa está te trazendo prejuízos.

Para saber mais sobre como e quando usar o cálculo do ROI, confira nosso artigo totalmente dedicado ao assunto:


Saiba mais...

3. CPL (Custo por lead)

O CPL é o custo por lead. Ele representa o valor gasto para conquistar cada lead da sua empresa.

O resultado desse cálculo é obtido a posteriori das suas ações. Isso porque você só saberá o número de leads atingido após realizá-la. Para chegar ao CPL, você deve dividir o valor investido em suas ações de marketing pelo número de leads conquistados.

O CPL é uma métrica interessante para ficar de olho. Por exemplo, se você gastou R$ 18 para conquistar cada lead a partir de determinada ação e essas pessoas te geraram um lucro de R$ 10 cada, você está saindo no prejuízo. Nesse caso, você deve rever sua estratégia.

4. CAC (Custo de aquisição de clientes)

O custo de aquisição de clientes (CAC) segue uma lógica muito parecida com a do CPL. A diferença, aqui, é que, em vez de considerar o custo para conquistar cada lead, o cálculo é feito para clientes convertidos, ou seja, que compraram com você.

O cálculo do CAC, portanto, se dá pelo valor investido em suas ações de marketing dividido pelo número de clientes conquistados.

5. LTV (Lifetime value)

Lifetime value (LTV) significa, com uma tradução ao pé da letra, valor vitalício. Essa métrica, portanto, representa quanto dinheiro, em média, cada cliente vai render à sua empresa, considerando todo o tempo que ele compra de você.

Consideremos um cliente que comprou três vezes na vida em uma loja virtual de roupas, sendo que as compras tiveram os seguintes valores:

  • R$ 180;
  • R$ 110;
  • R$ 75.

No caso desse consumidor específico, seu LTV seria de R$ 365.

Mas sabemos que fazer esse cálculo individualmente é inviável. Então, ele é feito a partir da média do número de compras que as pessoas fazem no e-commerce e o ticket médio (conheceremos esse conceito ainda neste tópico) dessas aquisições.

Por exemplo, seu ticket médio é de R$ 80 e as pessoas fazem, em média, 3 compras em uma loja virtual. Nesse caso, o LTV desses clientes seria de:

  • 3 x R$ 80 = R$ 240

Conhecer o LTV do seu negócio é fundamental para saber quanto você pode investir para trazer cada cliente — ou seja, quanto pode ser seu CAC — sem que saia no prejuízo, uma vez que você sabe quanto as pessoas rendem para sua empresa, em média.

6. MRR (Receita mensal recorrente)

O termo MRR vem de Monthly Recurring Revenue, isto é, a receita mensal recorrente. Essa métrica é usada por empresas que trabalham com o modelo de assinaturas e serve para prever seu ganho mensal.

Para calcular o MRR, você pode multiplicar o valor das assinaturas pelo total de clientes, quando não houver variação nos preços. Quando as mensalidades tiverem valores diferentes, você deve multiplicar a média do preço das assinaturas pelo total de clientes.

Essa métrica é fundamental para que as empresas que funcionam por meio do modelo de assinatura possam prever suas receitas mensais e fazer seu planejamento financeiro e estratégico de maneira saudável.

7. Ticket médio

O ticket médio é o resultado obtido a partir da divisão entre o valor total obtido a partir das vendas pelo número de pedidos. De forma resumida, podemos dizer que é o valor médio gasto pelos clientes em uma loja.

Muito utilizado por e-commerces, esse dado é importante para que estratégias para aumentar esse valor sejam aplicadas. Como já vimos, ele também serve para calcular o LTV dos clientes de uma loja virtual.

8. CTR (taxa de cliques)

Por fim, chegamos ao CTR (Click Through Rate, ou taxa de cliques, em português). Esse valor se dá pela razão entre o número de cliques e de visualizações de determinado link.

Ele pode ser aplicado a anúncios e resultados orgânicos no Google, por exemplo. O CTR vai mostrar a eficiência daquela estratégia e, quando baixo, pode ajudar a identificar que algumas melhorias para convencer o usuário a clicar em seu link precisam ser feitas.

Para descobrir os valores necessários para calcular seu CTR, além do Google Analytics, você pode acessar o Google Search Console no caso de estratégias orgânicas, uma importante ferramenta de SEO.

E o que são KPIs?

Como você pôde perceber, existem muitas métricas no marketing digital. Portanto, é importante escolher as mais importantes para cada estratégia. Essas métricas-chave são conhecidas como KPIs (Key Performance Indicators). Para conhecer melhor essa definição, confira:


Saiba mais...

Como fazer um plano de marketing digital?

Até aqui, já vimos tudo que o marketing digital pode englobar — e não é pouca coisa! 😅 Então, como organizar o que e como você vai fazer?

É aí que entra o plano de marketing digital! Vamos conhecê-lo:

O que é plano de marketing digital?

O plano de marketing digital é um documento em que você vai detalhar suas ações de marketing na internet. Ele vai servir como guia para que você e sua equipe não se percam com o passar do tempo e a estratégia possa continuar sendo desenvolvida.

De forma resumida, por meio desse documento, você vai:

  • Analisar o ambiente;
  • O que seus concorrentes têm feito;
  • Que ações você pretende desenvolver;
  • Definir um cronograma;
  • E como o monitoramento de resultados será realizado.

Para saber tudo sobre o plano de marketing (digital ou para ações offline), confira nosso guia completo acerca do tema:


Saiba mais...

Passo a passo do plano de marketing digital

Se você não sabe muito bem por onde começar para definir seu plano de marketing digital, confira um passo a passo:

1. Defina os objetivos

Antes de sair executando, a primeira etapa é definir seus objetivos. Antes de escolher como fazer, você precisa saber o que quer conquistar.

Então pense qual seu objetivo naquele momento. Você quer atrair visitantes para seu site? Conseguir mais seguidores no Instagram? Aumentar as vendas de determinado produto?

Na hora de determiná-lo, procure criar um objetivo SMART. Esse formato de definição de metas prevê que elas devem ser:

  • Específicas (Specific): objetivos muito amplos tendem a ser pouco concretos e de difícil obtenção. Use números e dados para ajudar. Exemplo: quero chegar a 10 mil seguidores no Instagram;
  • Mensuráveis (Measurable): os números e dados ao estabelecer o objetivo também vão te ajudar a medir seu progresso para atingi-lo;
  • Alcançáveis (Achievable): metas impossíveis tendem a desmotivar quem as busca. Seja ambicioso, mas realista;
  • Relevantes (Relevant): um objetivo específico precisa contribuir com a missão geral da empresa. Afinal, não adianta perder tempo com ações que não vão contribuir com seu grande propósito;
  • Temporais (Timebound): colocar prazos para a conquista da meta vai impedir que outras prioridades acabem passando à frente. Exemplo: quero chegar a 10 mil seguidores no Instagram até o fim do terceiro trimestre.

Viu como estabelecer um objetivo SMART vai tornar sua tarefa de persegui-lo melhor direcionada e contribuir para seu sucesso? Então pense nisso antes de definir suas metas.

2. Estabeleça um cronograma

Depois de saber o que você quer atingir, hora de estabelecer um cronograma de ações. Pense no que você precisa fazer para conquistar seu objetivo e defina prazos para cada etapa.

Além de definir os prazos, caso tenha uma equipe, determine quem será o responsável por cada ação. Sabe aquele ditado que diz que “cachorro de dois donos morre de fome”? Pois bem, se o responsável não for definido, há o risco de que ninguém tome a frente e a tarefa não seja executada.

Existem algumas ferramentas de produtividade que ajudam a organizar rotinas e a gerenciar projetos. Alguns exemplos são Asana, Trello e Monday.

3. Determine seus KPIs

Agora é hora de estabelecer para quais métricas você vai olhar para acompanhar seu progresso. Para determinar seus KPIs, considere as informações que vão te guiar a respeito da sua meta. Nunca perca seu grande objetivo de vista! 🕵

Por exemplo, se sua meta é aumentar a taxa de conversão em seu e-commerce, será que faz sentido olhar para o número de inscritos no seu canal do YouTube como métrica-chave? Ok, esse foi um exemplo bem absurdo, mas deu para entender que a métrica precisa estar relacionada de alguma forma ao seu objetivo.

4. Acompanhe os resultados

Tudo estabelecido, plano em execução, tudo pronto, certo? Errado!

Tão importante quanto colocar o planejamento de marketing digital em prática é acompanhar o que está acontecendo. Para isso, você vai observar com uma frequência pré-determinada seus KPIs.

Se, por exemplo, o prazo do seu objetivo final é de um ano, você pode olhar para os dados referentes à sua estratégia uma vez por mês. Assim, você consegue ver se as coisas estão acontecendo conforme planejou ou se vai precisar fazer ajustes para conquistar seu grande objetivo.

Lembre que, apesar de ser uma ferramenta importantíssima, o plano de marketing não deve ser engessado. Ele permite adaptações e adequações quando necessário, de acordo com o desenrolar da estratégia.

Caso precise de uma forcinha para criar seu plano de marketing digital, não se preocupe. Abaixo, você pode fazer o download de um modelo pronto para preencher com as informações sobre as ações que você pretende implementar em sua empresa:

Quais os melhores cursos de marketing digital?

Se você chegou até aqui e quer se aprofundar no tema do marketing digital, vamos te apresentar alguns cursos grátis para que você possa se aprimorar!

Universidade do E-commerce da Nuvemshop

Começamos pela Universidade do E-commerce, o hub de cursos gratuitos da Nuvemshop. Nela, basta se cadastrar para assistir às aulas em vídeo sobre vários temas que vimos até aqui. Alguns exemplos de cursos são:

Quer conhecer mais? É só acessar a Universidade do E-commerce:

Fundamentos do Marketing Digital (Google)

Como detentor de várias ferramentas necessárias no marketing digital, o próprio Google possui um curso com fundamentos sobre o tema. E o melhor de tudo é que ele oferece um certificado aos aprovados no exame final:

Rock University (Rock Content)

Com foco no marketing de conteúdo, a Rock Content é uma potência digital. Entre os cursos oferecidos, está um para iniciantes no marketing digital:

Marketing Digital para o Empreendedor (Endeavor)

Organização sem fins lucrativos com foco no empreendedorismo, a Endeavor também possui um curso gratuito. O foco, aqui, é no marketing digital voltado aos pequenos empresários:

RD University (Resultados Digitais)

A Resultados Digitais é uma empresa que possui diversas ferramentas de marketing digital. Além disso, eles oferecem cursos, alguns deles gratuitos:

Inbound Marketing (HubSpot Academy)

Com softwares de vendas e inbound marketing, a HubSpot também tem uma central de cursos gratuitos. O de inbound marketing é em português e oferece certificação:

O que faz uma agência de marketing digital?

Uma agência de marketing digital é uma empresa que desenvolve as ações de promoção de marcas e conquista de clientes por meio da presença digital para outros negócios.

Existem agências que realizam todos os tipos de trabalho e outras, focadas em estratégias específicas, como o SEO ou as redes sociais, por exemplo. O tamanho dessas empresas varia muito: há desde agências compostas por uma ou duas pessoas, até aquelas compostas por centenas de funcionários.

Os preços também são bastante divergentes. Afinal, como vimos, o marketing digital é muito amplo e pode englobar muitas ações diferentes. Dessa forma, o preço para a criação e manutenção de uma landing page, por exemplo, vai ser relativamente baixo (de cerca de R$ 200 mensais). Já o desenvolvimento e aplicação de toda uma estratégia de anúncios por meio do Instagram Ads vai sair bem mais caro.

De toda forma, se você tem como investir nesse tipo de serviço, pode ser uma boa saída caso não tenha tempo para você mesmo cuidar das estratégias de marketing digital da sua empresa.

Se você tem um e-commerce, a Nuvemshop possui algumas agências parceiras para cuidar das campanhas de lojas virtuais.

Entendido?

Esperamos que este guia sobre marketing digital tenha te ajudado a entender do que se trata esse conceito tão importante para qualquer empresa. Desse modo, você pode começar hoje mesmo com suas ações online.

Como vimos, esse é um universo muito amplo. Mas isso não significa que você precise começar com todas as estratégias que conhecemos ao mesmo tempo. Dê início aos poucos, de acordo com o tempo e com os recursos que puder investir.

Caso precise de retornos rápidos, estratégias de anúncios (SEM) são as mais indicadas. Já se você tem tempo, mas menos recursos, pode começar estruturando o SEO do seu site, o marketing de conteúdo e suas redes sociais, por exemplo. É tudo uma questão de quais são as suas prioridades.

Se você se interessou pelo marketing digital porque vende pela internet, que tal experimentar a plataforma de e-commerce da Nuvemshop? Crie sua loja virtual e tenha 30 dias grátis para começar suas vendas e aplicar tudo o que você aprendeu aqui para potencializá-las:

E, caso você já tenha um e-commerce em outra plataforma e esteja pensando em migrar, venha para a Nuvemshop! Garantimos todo o apoio de que você precisa. 😉

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