O que é Remarketing e como funciona essa estratégia de marketing digital?

Por: Kawan Lopes
O que é Remarketing e como funciona essa estratégia de marketing digital?

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O marketing digital possui um vasto leque de possibilidades e, para garantir que suas estratégias sejam assertivas, é importante estar ligado em todas as opções disponíveis. Por isso, neste artigo, vamos aprender o que é remarketing.

Já sabe como ele funciona? Se não souber, não se preocupe, pegue o papel e a caneta e venha comigo aprender tudo sobre esse método para captar clientes e aumentar suas vendas online. 😎

O que é remarketing?

O remarketing — que em português significa basicamente “fazer marketing de novo” — consiste na produção de anúncios focados em visitantes que já tiveram contato com sua marca, seus produtos ou serviços em algum momento. Através de materiais bem direcionados, essa prática pode fazer a diferença na decisão de compra de um cliente e deixar a memória de sua empresa fresca na mente dele.

Essa estratégia é bastante popular no mercado digital e pouco percebida pelo público. Diariamente, milhões de pessoas conectadas à internet são impactadas por essas ações sem sequer se darem conta.

Exemplo: imagine que o consumidor entre em sua loja virtual, visite um dos seus produtos e, por algum motivo, decide não efetuar a compra. O remarketing permite que você capture este usuário novamente, através de anúncios pagos, enquanto ele estiver navegando por páginas de notícias ou em uma rede social, por exemplo.

Como funciona o remarketing?

Para ilustrar melhor o efeito das campanhas de remarketing, vamos pontuar uma situação que certamente já aconteceu com você.

Sabe quando pesquisamos por algum produto ou tema específico em buscadores como o Google e, após isso, ao acessarmos algumas páginas ou redes sociais, nos deparamos com anúncios relacionados à nossa pesquisa? Pois bem, isso é resultado de uma campanha de remarketing.

Se você pensava que era observado ou espionado por algum sistema, saiba que não é bem isso o que acontece. A verdade é que o Google sempre exibe, como os primeiros resultados de uma pesquisa, sites relacionados a anúncios e, a partir do momento em que clicamos em um destes, as campanhas de remarketing entram em ação.

Explicando de forma mais prática, quando abrimos um desses sites vinculados à anúncios, nosso dispositivo (desktop, notebook, smartphone etc) armazena cookies que, basicamente, avisam o Google que você possui interesse em determinado assunto. A partir daí, sempre que estiver navegando, o Google Ads irá direcionar as campanhas relativas ao tema que você buscou.

Contudo, a ideia central do remarketing é fazer com que a marca ou o produto permaneça sempre à vista dos usuários que já buscaram por ele em algum momento. Assim, as chances de conversão se tornam maiores.

Tudo faz sentido agora, certo? Aposto que você se surpreendeu ao descobrir que, na verdade, você nunca foi espionado. Tudo não passa de estratégias de marketing digital. 😜

Como criar uma campanha de remarketing?

Antes de pensar nas ferramentas, é necessário entender a segmentação das suas campanhas de remarketing. Assim como no e-mail marketing, no funil de vendas ou em qualquer outra estratégia comercial, é importante saber com qual público você está lidando.

Quando falamos sobre remarketing, conhecer a sua audiência exige um aprofundamento maior, pois é preciso entender em qual momento da jornada de compra ela se encontra. São eles:

  • Consciência: quando o usuário pesquisa sobre o assunto sem necessariamente possuir intenção de compra;
  • Consideração: quando ele busca por assuntos com a intenção de comprar;
  • Compra: quando o usuário converte;
  • Fidelização: quando o usuário já é cliente e a intenção é gerar compras futuras.

Com essas informações, é possível dividir as estratégias para os diferentes perfis de usuários que você pretende atingir. E para garantir maior assertividade, a melhor forma de fazer isso é separando-os em listas.

No remarketing, o sistema de listas é importante para certificar que o conteúdo que será enviado para quem somente pesquisou por um produto, seja diferente do utilizado para quem inseriu um item no carrinho e posteriormente o abandonou, por exemplo.

Veja abaixo alguns tipos de listas relevantes que você pode criar para dividir os alvos de suas campanhas de remarketing:

  • Clientes que fizeram compras a partir de X valor em sua loja;
  • Visitantes quem se inscreveram no seu blog;
  • Clientes que adicionaram produtos ao carrinho de compras, mas não converteram;
  • Visitantes que acessaram uma sessão específica de sua loja virtual (roupas, sapatos, decoração etc).

Com essas informações devidamente organizadas, fica mais fácil criar campanhas para cada grupo de forma mais assertiva. Além disso, com essa prática, o processo de mensuração dos resultados também fica mais prático e didático.

Campanhas de remarketing no Google Ads

Existem duas formas bastante populares para criar campanhas de remarketing, ambas através do Google Ads. São elas: a Rede de Display e a Rede de Pesquisa. Vamos conhecê-las a seguir.

Remarketing na Rede de Display

O remarketing na Rede de Display reúne um grupo de sites parceiros que dispõem de espaços onde podemos trabalhar com diferentes imagens e banners. O objetivo é impactar os usuários de acordo com a estratégia que você definiu em sua lista de remarketing.

Sabe quando você entra em um site e surgem aqueles banners e pop-ups? É sobre isso que estamos falando aqui. Veja um exemplo na imagem abaixo:

Imagem mostrando o exemplo de um anúncio na rede de display.

Remarketing na Rede de Pesquisa

Já o remarketing na Rede de Pesquisa está focado na página de resultados do Google. Através dele, é possível criar anúncios em um formato padrão e com texto limitado.

Neste modelo, ao pesquisar novamente por determinado assunto no Google, o usuário se depara com os links dos anúncios logo no topo da página de resultados. Essa estratégia, definitivamente, tende a aumentar as chances de conversão. Confira um exemplo:

Imagem mostrando o exemplo de um anúncio na rede de pesquisa.

Remarketing por e-mail

Há quem pense que o e-mail é um canal de comunicação de baixa adesão, mas isso não é verdade. Estratégias de e-mail marketing e remarketing via e-mail ainda são bastante efetivas e podem render bons resultados.

Uma pesquisa feita pelo Google em 2017, apontou que 86% dos profissionais de marketing consideraram o e-mail como o principal canal para distribuição de conteúdo. Com isso, não ficam dúvidas sobre a importância de trabalhar com este meio, certo?

O remarketing por e-mail pode funcionar através do disparo de mensagens personalizadas de acordo com cada grupo de usuários. Também é possível investir em anúncios na própria caixa de entrada do Gmail. Veja um exemplo a seguir:

Imagem mostrando o exemplo de um anúncio no Gmail.

No artigo abaixo, você encontra mais informações sobre como fazer remarketing utilizando o Google Ads e um passo a passo para criar suas campanhas. Confira:


Saiba mais...

Bônus: remarketing no Facebook

Também é possível fazer anúncios em redes sociais como o Facebook. Desta forma, os usuários são impactados por publicações patrocinadas sobre sua marca e seus produtos enquanto navegam por estes canais.

No entanto, para aplicar essas estratégias, é preciso utilizar ferramentas de terceiros como AdRoll ou PerfectAudience. No conteúdo a seguir, você encontra um guia completo sobre estratégias de marketing para o Facebook:


Saiba mais...

Quais são as diferenças entre remarketing e retargeting?

Na prática, remarketing e retargeting são estratégias de marketing digital que possuem o mesmo objetivo: reengajar visitantes e convertê-los em clientes.

Uma das diferenças está no período de exposição dos anúncios aos usuários. No retargeting, os banners são exibidos logo depois da primeira pesquisa. Já no remarketing, essa jornada de contato com as campanhas pode ser definida por um prazo maior, como o de 30 dias, por exemplo.

Um fator que contribui para que as pessoas confundam as duas estratégias é o fato do Google possuir uma ferramenta própria para retargeting, que é chamada de Remarketing.

Assim fica fácil se confundir, não é? Para entender mais sobre retargeting, acesse o artigo abaixo:

Quais são as vantagens do Remarketing?

O remarketing é uma estratégia que busca causar impacto direto em sua taxa de conversão. Por isso, investir nele pode aumentar de forma significativa as vendas do seu negócio.

Segundo o Google Ads, 97% dos visitantes de um e-commerce são configurados como “não conversores na primeira visita”. Ou seja, usuários que tiveram a oportunidade de fazer uma compra, mas que por algum motivo, não a fizeram.

Com isso, dá para ter dimensão do volume de usuários que deixamos passar se não tivermos nenhuma estratégia com foco em reverter essas visitas em vendas, não é?

Além disso, de acordo com um relatório feito pela AgilOne, estratégias de remarketing podem ter grande influência na decisão de compra. Observe os dados:Infográfico mostrando dados de um estudo da AgilOne sobre estratégias de marketing digital.

Ainda não está convencido sobre a importância em investir no remarketing? Então confira quatro vantagens que vão te fazer mudar de ideia:

1. Visibilidade da marca

O contato constante de um cliente em potencial com a sua marca aumenta as chances de ele pensar no seu negócio quando decidir fazer uma compra.

2. Segmentação do público

O remarketing permite que você estude sua audiência e crie estratégias direcionadas para cada persona de forma mais assertiva.

3. Aumento da taxa de conversão

Com sua marca presente na memória dos consumidores, crescem as chances de futuras vendas.

4. Aumento do ROI

Com o aumento das taxas de conversão, o retorno do seu investimento pode chegar mais rápido e seu custo por aquisição de clientes (CAC) diminuir, o que é benéfico para a saúde do seu negócio.

Dica extra: como integrar remarketing e inbound marketing?

O remarketing é, sem dúvidas, uma estratégia poderosa para promover seus produtos. Além disso, integrando remarketing e inbound marketing, é possível trabalhar na conversão dos usuários que consumiram seus conteúdos em algum momento, mas não voltaram aos seus canais.

Se no remarketing tradicional, pensamos em listas de usuários baseadas no comportamento deles em seu site, quando falamos de inbound marketing não é muito diferente. Confira algumas listas de dados que podem ser bem aproveitadas:

  • Usuários que se inscreveram em sua newsletter;
  • Visitantes que se cadastraram em seu site em algum momento;
  • Pessoas que fizeram download de algum descarregável (e-book, cursos etc) e deixaram dados para contato.

Com esses perfis de usuários, é possível trabalhar em conteúdos que, além de impulsionar a jornada de compra do consumidor, podem também possibilitar a construção de um relacionamento com ele.

Em resumo, da mesma forma que o remarketing visa a acelerar a decisão de compra, ele pode ser útil para fazer com que o seu público-alvo avance no funil de vendas.

Entendido?

Com essas informações, deu para entender como funciona e quais são os benefícios de apostar em uma estratégia de remarketing, certo?

Não há dúvidas de que investir na conversão das pessoas que visitam seus canais de venda em clientes potenciais pode alavancar os lucros do seu negócio. Portanto, não perca tempo, invista em métodos como este e amplifique o alcance da sua marca.

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