O que é e-commerce, como funciona e como criar do zero?

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Pontos principais do artigo:
  • E-commerce é a venda de produtos ou serviços pela internet, em site próprio, marketplace ou redes sociais, sem depender de loja física ou de horário comercial;
  • Abrir um e-commerce exige menos investimento do que um negócio físico e permite vender para qualquer lugar do Brasil, com flexibilidade para crescer no seu ritmo;
  • Se você quer montar seu e-commerce, crie sua loja virtual grátis com a Nuvemshop! Ou, se já vende online, migre para a Nuvemshop Next, nossa plataforma para marcas em expansão.

E-commerce, ou comércio eletrônico, é a venda de produtos ou serviços pela internet, seja em um site próprio, marketplace ou pelas redes sociais. Em vez de uma loja física, todo o negócio acontece em um ambiente digital, desde o pedido até o pagamento e acompanhamento do envio.

Longe de ser apenas uma tendência, o e-commerce já é uma realidade consolidada. Para se ter uma ideia, o setor movimentou R$ 235 bilhões em 2025, marcando o oitavo ano consecutivo de crescimento, segundo o NuvemCommerce 2026.

Se você quer entender melhor como esse modelo funciona e quais são as oportunidades para começar a vender pela internet, continue a leitura. Neste artigo, preparamos um guia completo sobre o que é e-commerce e tudo o que você precisa saber para dar os primeiros passos.

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O que é e-commerce?

E-commerce, ou comércio eletrônico, é a modalidade de venda em que toda a jornada de compra acontece pela internet, da descoberta do produto até o pagamento. O cliente navega, escolhe os itens, faz o pagamento e acompanha a entrega sem precisar ir a uma loja física.

Assim, ao invés de depender de um ponto físico e horário comercial, o e-commerce permite vender 24 horas por dia para pessoas de qualquer lugar do mundo.

Imagine que você está em São Paulo e tem um e-commerce no ar. Um cliente do Pará pode encontrar o seu site no Google no meio da madrugada, escolher o seu produto e finalizar a compra em poucos minutos, sem precisar de uma loja física ou atendimento presencial.

"Vendendo via site, você precisa apenas receber as vendas e começar a separar os pedidos para despachar. Via rede social ou WhatsApp, você precisa convencer o cliente, ficar enviando fotos, catálogos, enviar link de pagamento, pedir endereço e informações, verificar se está tudo ok. É um esforço que não existe com o site."

Marcela Moura
Marcela Moura
Fundadora da Papelaria dos Concurseiros

Quais são os canais de venda do e-commerce?

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Depois de entender o que é e-commerce, é comum pensar em um único canal: a loja virtual. Mas o comércio eletrônico engloba diferentes ambientes de venda e a maioria das operações maduras combina mais de um. Veja:

1. Loja virtual

A loja virtual é um site criado pelo próprio lojista para expor e vender seus produtos. É o canal com maior controle sobre a experiência de compra: layout, apresentação dos produtos, identidade visual e estratégia de marca são definidos pelo vendedor, não pela plataforma.

Para criar uma loja virtual, é possível contratar um desenvolvedor para um projeto do zero ou optar por uma plataforma de e-commerce. A Nuvemshop, por exemplo, é uma plataforma. Isso significa que ela oferece toda a infraestrutura necessária para vender online sem precisar de conhecimentos técnicos em desenvolvimento.

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2. Marketplace

Marketplaces funcionam como grandes shoppings virtuais, onde diversos lojistas expõem seus produtos no mesmo ambiente. Mercado Livre, Shopee, Shein e Amazon são alguns dos maiores exemplos no Brasil.

A vantagem é o acesso imediato a uma base de compradores. A desvantagem é a perda de controle sobre parte da operação, já que as regras são definidas pela plataforma, os produtos disputam espaço com concorrentes diretos e a diferenciação de marca fica limitada.

Na prática, é um canal que funciona bem para volume, mas que dificulta a construção de marca e de relacionamento com o cliente.

"Mais de 50% do e-commerce brasileiro está nos marketplaces. A gente quer que todo mundo tenha a loja virtual porque você precisa ter a sua própria estrutura, sua própria marca, mas não vejo sentido em ignorar o marketplace."

Bruno de Oliveira
Bruno de Oliveira
VP de educação da Nuvemshop e CEO do Ecommerce na Prática

💡 Saiba mais: Qual o melhor: e-commerce ou marketplace?

3. Redes sociais

As redes sociais são um canal de alta visibilidade e, cada vez mais, também de venda direta. TikTok Shop e WhatsApp, por exemplo, já permitem que o cliente descubra e compre sem precisar sair da plataforma.

Aqui, a limitação é operacional: pagamento, frete e gestão de pedidos costumam exigir mais trabalho manual do que em uma loja virtual. Por isso, as redes sociais funcionam melhor como canal de aquisição integrado a uma operação centralizada do que como canal principal de vendas isolado.

💡 Saiba mais: O que é social commerce e como usar as redes sociais para vender?

Na prática, o desafio não é estar presente em vários canais. É conseguir operar todos de forma integrada, com catálogo, pedidos, estoque e pagamentos centralizados, sem depender de planilhas manuais.

Esse é o verdadeiro marco de maturidade de um e-commerce: não quando a loja entra no ar, mas quando a operação inteira passa a funcionar como um sistema único.

"O futuro do e-commerce não é apenas sobre vender online — é sobre oferecer uma experiência que se encaixa na vida do consumidor onde quer que ele esteja."

Emerson Duarte
Emerson Duarte
Especialista e fundador da Consultoria Expert E-commerce

Como funciona o e-commerce?

O e-commerce conecta lojistas e consumidores por meio da internet. Veja como funciona:

  1. Vitrine digital: os produtos ficam expostos com fotos, descrições, preços e avaliações de outros compradores. O cliente navega, compara opções e faz sua escolha;
  2. Carrinho virtual: depois de escolher, ele adiciona os produtos a um carrinho virtual e avança para o checkout, onde preenche seus dados, como e-mail e CEP, para que o frete seja calculado;
  3. Checkout e pagamento: depois de validar o custo do frete, o consumidor escolhe a forma de pagamento e conclui a transação, seja por cartão de crédito, Pix, boleto;
  4. Processamento do pedido: com a confirmação do pagamento, o lojista recebe o pedido e inicia a separação e embalagem do produto;
  5. Logística e entrega: o produto é despachado via transportadora ou Correios e o cliente acompanha a entrega por meio de um código de rastreamento.

Quando o site é criado por meio de uma plataforma de e-commerce, como a Nuvemshop, ela normalmente já oferece essas funcionalidades de forma nativa, com meios de pagamento e envio já integrados à sua loja de forma automática.

Já quando o e-commerce é criado do zero com a ajuda de um desenvolvedor, por exemplo, cada funcionalidade precisa ser configurada e integrada manualmente, exigindo uma equipe técnica dedicada para desenvolvimento, manutenção e atualizações de segurança.

💡 Saiba mais: Quais as etapas para o desenvolvimento de uma loja virtual?

Sabia que 81% das compras no e-commerce brasileiro já acontecem pelo celular?
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Quais são os tipos de e-commerce?

O e-commerce se divide em diferentes modelos de acordo com quem vende e para quem vende. Cada formato tem características próprias de operação, público e estratégia comercial. Confira os principais:

Modelo Significado Quem vende Para quem Exemplos
D2C Direct to Consumer Fabricante próprio Consumidor final Loum Brand
B2C Business to Consumer Lojista que revende Consumidor final Magazine Luiza, Amazon
B2B Business to Business Fornecedor ou distribuidora Outras empresas Super Adega (atacado)
C2C Consumer to Consumer Pessoa física Pessoa física OLX, Enjoei

E-commerce D2C

D2C (Direct to Consumer, ou direto ao consumidor) é o formato em que o próprio fabricante vende diretamente para o cliente final, sem passar por intermediários, revendedores ou marketplaces.

Essa é uma tendência, principalmente, entre lojistas com negócios em expansão. Segundo o NuvemCommerce 2026, 62% dos e-commerces com faturamento acima de R$ 20 mil mensais já investem na fabricação de produtos.

Isso acontece porque, à medida que o negócio ganha maturidade, surge a necessidade de se diferenciar da concorrência oferecendo mercadorias exclusivas, além de controlar a experiência de compra do início ao fim e garantir margens de lucro maiores por não dividir a receita com intermediários.

A Loum Brand, por exemplo, é uma loja de roupas com fabricação própria que vende em seu próprio site por meio da plataforma da Nuvemshop. Esse é um exemplo de e-commerce D2C.

E-commerce B2C

B2C (Business to Consumer, ou empresa para consumidor) também são empresas que vendem para o consumidor final. A diferença para o D2C é que, nesse caso, a fabricação não é própria. Ou seja, são lojistas que compram de fornecedores para revender.

Esse é o modelo mais adotado no varejo online brasileiro e também o ponto de entrada mais comum para quem quer começar a vender na internet. Na Nuvemshop, por exemplo, 37% dos lojistas compram todos os seus itens de fornecedores para revender.

Grandes varejistas, como Magazine Luiza e Amazon, apostam nesse formato, mas ele também é muito usado por pequenas e médias lojas virtuais que compram de fornecedores para revender ao consumidor final.

E-commerce B2B

B2B (Business to Business, ou empresa para empresa) são transações que acontecem entre pessoas jurídicas, como um fornecedor que vende para um lojista, por exemplo, ou uma distribuidora que atende revendedores.

As operações B2B costumam envolver pedidos em maior volume, negociação de preços, condições de pagamento diferenciadas e um ciclo de vendas mais longo do que no B2C.

A Super Adega, por exemplo, é um site de vendas especializada em bebidas do Brasil que oferece a opção de compra em atacado para mercados, restaurantes e estabelecimentos que vendem bebidas. Esse é um exemplo de e-commerce B2B.

E-commerce C2C

C2C (Consumer to Consumer, ou consumidor para consumidor) são e-commerces em que pessoas físicas vendem diretamente para outras pessoas físicas, geralmente por meio de uma plataforma intermediária que facilita a transação.

Esse tipo de transação acontece por meio de plataformas, principalmente marketplaces que oferecem a infraestrutura técnica (como vitrine e pagamento) para que os próprios consumidores realizem o comércio entre si.

OLX e Enjoei são grandes exemplos de plataformas com foco em e-commerce C2C. Ou seja, em que pessoas comuns vendem itens, geralmente usados ou exclusivos, para outras pessoas comuns.

💡 Saiba mais: 5 alternativas para continuar vendendo depois que a Elo7 fechou

Além disso, outros formatos de venda que também podem ser considerados tipos de e-commerce são:

  • Mobile commerce: comércio via dispositivos móveis, como smartphones e tablets;
  • Social commerce: comércio digital realizado por meio das redes sociais, como Instagram e TikTok;
  • Chat commerce: venda online de produtos ou serviços por meio de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp;
  • Live commerce: venda de produtos por meio de transmissões ao vivo (lives) no Youtube ou nas redes sociais;
  • Television commerce: comércio online nas smart TVs que permitem acesso a diversos aplicativos, inclusive de compras.

💡 Saiba mais: Tipos de e-commerce para começar a vender online

Quais são as vantagens de um e-commerce?

Agora que você já entende o que é um e-commerce e como funciona esse modelo, saiba que apostar no mercado digital oferece alguns benefícios para o empreendedor. Separamos, na lista abaixo, as principais vantagens do e-commerce. Confira:

Baixo investimento inicial

Sem aluguel, reforma ou compra de equipamentos, os custos para começar são consideravelmente menores do que os de uma loja física. Isso libera capital para investir onde realmente importa: estoque, marketing e experiência do cliente.

Para quem está começando, plataformas como a Nuvemshop oferecem um plano gratuito por tempo ilimitado. Assim, você pode começar sem custo e avançar para um dos planos pagos apenas quando o negócio começar a crescer.

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Melhor ROI

ROI (Return Over Investment, ou Retorno Sobre o Investimento, no português) é o lucro obtido em relação ao que foi investido. No e-commerce, uma das maiores vantagens é a possibilidade de aumentar essa margem sem crescer os custos na mesma proporção.

Isso porque o modelo permite vender para mais pessoas sem precisar abrir novas lojas, contratar mais vendedores ou ampliar o espaço físico. Os mesmos recursos conseguem atender um volume maior de pedidos.

Vale lembrar que esse equilíbrio tem um limite. Quando a operação cresce muito, chega um momento em que é necessário investir em mais estrutura: mais estoque, pessoas e tecnologia. Até lá, os custos tendem a crescer bem mais devagar do que as vendas, acelerando o retorno sobre o investimento.

Mais flexibilidade

Diferente de um ponto de venda físico, um e-commerce funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem depender de vendedores ou horário comercial. Um cliente pode descobrir seu produto às 23h, comparar opções e finalizar a compra, tudo sem nenhuma intervenção sua.

Para o lojista, isso significa liberdade para definir a própria rotina. Você não precisa estar presente para vender: os pedidos chegam, os pagamentos são processados e as notificações são enviadas automaticamente pela plataforma.

Essa flexibilidade também abre espaço para quem quer começar sem abandonar o emprego atual. É possível, por exemplo, gerenciar um e-commerce nas horas livres e ir transformando o negócio na sua principal fonte de renda conforme a operação cresce.

💡 Saiba mais: Passos obrigatórios para quem sonha em viver de e-commerce

Maior alcance

Um dos grandes diferenciais do e-commerce é justamente a ausência de barreiras geográficas. Com a tecnologia das lojas virtuais, você alcança clientes de qualquer lugar do mundo por meio da internet.

Na prática, isso significa que o seu mercado potencial não é mais definido pelo bairro ou pela cidade onde você está, mas pelo público que você consegue alcançar com marketing e SEO.

Uma loja em São Paulo, por exemplo, pode ter clientes recorrentes no Nordeste sem nenhuma estrutura física adicional. Com a logística cada vez mais avançada, é possível fazer até mesmo vendas para fora do Brasil de forma simples.

Como montar um e-commerce?

Montar um e-commerce exige planejamento, mas não precisa ser complicado. A seguir, listamos as principais etapas que você precisa conhecer antes de começar:

1. Escolha um nicho de mercado e público-alvo

Antes de mais nada, você precisa saber o que vai vender e para quem.

Definir o nicho de mercado significa escolher um segmento específico, como moda feminina, produtos para pets, artigos esportivos etc.

Junto com o nicho, defina seu público-alvo: quem são as pessoas que você quer alcançar? Qual a sua idade, renda, localização, hábitos de consumo e necessidades? Esse perfil vai guiar praticamente todas as decisões do negócio, como quais produtos ter no catálogo, como precificar, em quais canais anunciar e como se comunicar.

Quanto mais específico o nicho e mais clara a ideia de público, mais fácil é entender as dores do seu consumidor, criar ofertas relevantes e se destacar da concorrência.

🎙️ Ouça o podcast: Como definir e atrair o público-alvo ideal da sua marca? Com Franciele Soares e Luís, fundadores da L&F Store, no Spotify

2. Defina seus produtos ou serviços

Com nicho e público-alvo definidos, é hora de decidir o que você vai vender no e-commerce. Se você já tem um negócio físico, o caminho mais natural é começar com os mesmos produtos — você já conhece a demanda e provavelmente já tem fornecedores.

Se está começando do zero, pesquise produtos com boa demanda dentro do nicho escolhido. Redes sociais como TikTok e Instagram são ótimas fontes para identificar o que está em alta.

Antes de definir o catálogo, avalie três fatores essenciais:

  • Lucratividade: qual é a margem de lucro depois de descontar custo do produto, frete, embalagem e taxas da plataforma?
  • Disponibilidade: é fácil encontrar fornecedores confiáveis e com capacidade de reposição?
  • Armazenamento: onde você vai guardar os produtos? Estoque em casa ou galpão alugado? Cada modelo tem custos e limitações diferentes.

Produtos com boa margem, fornecedores acessíveis e logística simples são o ponto de partida ideal para quem está validando o negócio.

"Antigamente, quem ia abrir um e-commerce mirava em algum produto que gostava muito. Hoje, com o aumento da competitividade, o novo empreendedor digital precisa identificar tendências. Uma dica valiosa é procurar por produtos que fazem sucesso em redes sociais. No TikTok e no Instagram, por exemplo, você encontra produtos com milhões de visualizações e grande potencial de viralização."

Bruno de Oliveira
Bruno de Oliveira
VP de educação da Nuvemshop e CEO do Ecommerce na Prática

💡 Saiba mais: O que vender na internet: +40 opções para lucrar online

3. Defina sua estratégia de posicionamento

Posicionamento é a forma como você quer que o seu e-commerce seja percebido pelo público. Na prática, existem dois caminhos principais:

  • Competir por preço: oferecer produtos acessíveis, com foco em volume de vendas. Funciona bem em nichos com alta demanda e muitos concorrentes, mas é mais difícil construir fidelidade de marca;
  • Competir por valor: posicionar os produtos como premium, com foco em qualidade, experiência de compra e identidade de marca. Permite cobrar mais, mas exige mais investimento para justificar o preço na percepção do cliente.

Não existe uma resposta certa aqui. O que define a escolha é o nicho de mercado e o perfil do público que você definiu no tópico anterior.

Se o seu público busca praticidade e preço acessível, competir por custo faz mais sentido. Se ele valoriza a exclusividade e está disposto a pagar mais por isso, o caminho é o posicionamento premium.

💡 Saiba mais: Qual a diferença entre preço e valor?

4. Escolha os fornecedores

Depois de definir seu posicionamento, é hora de encontrar fornecedores que estejam alinhados com ele. Essa escolha é uma das mais importantes do negócio, já que o fornecedor é o grande responsável pela qualidade do que você vende.

Uma loja posicionada como premium precisa de fornecedores que entreguem qualidade consistente, mesmo que o custo seja maior. Uma loja focada em preço acessível precisa de fornecedores com boa capacidade de volume e reposição rápida.

Independente do posicionamento, busque fornecedores que ofereçam:

  • Qualidade consistente: o produto que o cliente recebe precisa corresponder ao que foi anunciado sempre, não só no primeiro pedido;
  • Preços competitivos: a sua margem de lucro depende diretamente do custo de compra dos produtos;
  • Confiabilidade: prazo de entrega cumprido e boa comunicação em casos de imprevistos
  • Variedade: opções dentro do seu nicho para ampliar o catálogo conforme o negócio cresce.

Lembre-se de pesquisar bastante, pedir amostras antes de fechar qualquer pedido maior e negociar condições de pagamento, principalmente no começo, quando o capital de giro ainda é limitado.

E, se você precisa de uma ajudinha com essa parte, conheça a lista de fornecedores da Nuvemshop. Com ela, você tem acesso a potenciais parceiros de vários segmentos.

💡 Saiba mais: Como escolher um fornecedor?

5. Escolha uma boa plataforma de e-commerce

A plataforma é a base do seu e-commerce. Afinal, é ela que vai centralizar seu catálogo, processar os pedidos, integrar os meios de pagamento e envio, e garantir que a experiência de compra funcione bem para o cliente.

Por isso, na hora de avaliar as opções, leve em conta: facilidade de uso, recursos nativos, integrações disponíveis, suporte e capacidade de crescer junto com o negócio. Uma plataforma que funciona bem para quem está começando precisa continuar funcionando quando a operação escalar.

A Nuvemshop, por exemplo, é a maior plataforma de e-commerce da América Latina, e uma das razões é justamente essa combinação: é simples o suficiente para quem está abrindo a primeira loja, e robusta o suficiente para sustentar operações de alto volume.

"Eu sempre quis ter a minha marca, mas eu não sabia por onde começar, eu não entendia muito bem. A Nuvemshop é ótima para pessoas como eu porque ela é muito prática, é muito fácil entender o manuseio da plataforma e criar a sua própria loja."

Viih Tube
Viih Tube
Fundadora da marca TurmaTube

6. Planeje meios de pagamento e envio

Os meios de pagamento e envio são a parte técnica mais importante para o seu e-commerce funcionar. Por isso, é importante ter atenção especial nessa etapa.

Comece pela logística: como você vai calcular o frete e quais meios de envio vai oferecer? Correios ou transportadoras?

Uma boa plataforma de e-commerce deve oferecer integração com gateways de frete, que são soluções que atuam como intermediadoras entre a sua loja virtual e os serviços de envio, facilitando a parte técnica da entrega.

O mesmo vale para os meios de pagamento. Quanto mais opções disponíveis, menor a chance de perder vendas. E, para isso, é preciso contar com um gateway de pagamento que permita oferecer as opções mais usadas pelos consumidores, como Pix, cartão de crédito e boleto.

💡 Dica: na Nuvemshop, você cria a sua loja virtual grátis e conta com soluções nativas de pagamento e envio já integradas de forma automática no seu e-commerce. Basta fazer o cadastro e começar a vender, sem precisar de configurações manuais.

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7. Invista em marketing desde o primeiro dia

Sem tráfego para o e-commerce, não existe venda. Ou seja, de nada adianta ter o melhor produto e criar um site na melhor plataforma se você não divulgar o negócio para que os clientes comecem a chegar.

Aqui, vale ter em mente que você não precisa fazer tudo ao mesmo tempo. O mais importante é escolher os canais certos para o seu público e ser consistente. Algumas estratégias que funcionam bem para quem está começando:

  • Tráfego pago: anuncie no Google, Instagram e TikTok. Ideal para alcançar pessoas que já estão buscando o que você vende e trazer os primeiros clientes de forma rápida;
  • SEO: otimize as páginas de produto para aparecer no Google. É um investimento de médio e longo prazo, mas que gera tráfego gratuito e recorrente;
  • Redes sociais: crie perfis da loja nas principais plataformas. Mostre os produtos em uso e construa relacionamento com o público para conquistar confiança de quem ainda não conhece a marca;
  • E-mail marketing: construa uma lista de contatos desde cedo e comunique-se diretamente com quem já demonstrou interesse na sua marca para incentivar a recompra.

Não é preciso investir muito para começar, mas é importante entender onde o seu público está e testar diferentes formatos e mensagens até encontrar o que realmente funciona para o seu negócio.

💡 Saiba mais: Guia do marketing para e-commerce

Caso ainda tenha dúvidas, confira também o guia completo de como montar uma loja virtual passo a passo.

Estatísticas do e-commerce brasileiro

O e-commerce vem crescendo ano após ano no Brasil. Para que você possa ver com seus próprios olhos, trouxemos algumas estatísticas do setor:

  • O e-commerce brasileiro movimentou R$ 235 bilhões em 2025, oitavo ano consecutivo de crescimento, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm);
  • O número de consumidores ativos online chegou a 94 milhões, um crescimento de 3 milhões em relação ao ano anterior;
  • Foram 435 milhões de pedidos online em 2025, um crescimento de 5% em relação a 2024;
  • Os mais de 180 mil lojistas da Nuvemshop movimentaram R$ 6,5 bilhões em 2025, um crescimento de 35% em relação a 2024, segundo o NuvemCommerce 2026;
  • Segundo dados do Statista, em 2024 o e-commerce já representava mais de 20% das vendas do varejo mundial. E a tendência é que ele continue aumentando, chegando a quase 23% em 2027;
  • A pesquisa E-consumidor 2026 mostra que 80% das interações ocorrem em dispositivos móveis, sendo que o seu uso praticamente dobra a propensão à compra.

Confira a visão sobre o crescimento o e-commerce de Bruno de Oliveira, vice-presidente de educação da Nuvemshop:

"Vamos supor que a nossa economia no Brasil fique estagnada nos próximos anos e o varejo não cresça. Mesmo que isso aconteça, o e-commerce vai crescer porque a penetração do e-commerce em relação ao varejo vai aumentar independente do mercado. Esse é o tamanho da oportunidade que a gente tem hoje."

Bruno de Oliveira
Bruno de Oliveira
VP de educação da Nuvemshop e CEO do Ecommerce na Prática

Tendências de e-commerce para 2026

O e-commerce está evoluindo da simples venda online para a construção de um relacionamento direto e em múltiplos canais. Nesse contexto, não basta vender, é preciso fidelizar e conseguir proporcionar uma boa experiência de compra.

Confira as principais tendências apontadas pela pesquisa E-Consumidor 2026 da Nuvemshop em conjunto com a Opinion Box:

  • D2C (Direct to Consumer): 69% dos clientes preferem comprar na loja virtual da própria marca quando querem garantir a originalidade do produto, 43,9% afirmam encontrar informações mais completas do que em marketplaces;
  • Fidelização como prioridade: 67,2% dos consumidores afirmam parar de procurar novas marcas depois de uma primeira experiência bem sucedida. 59,9% deles têm interesse em programas de fidelidade;
  • Logística como fator decisivo: frete caro continua sendo o principal motivo de abandono de carrinho, citado por 57% dos consumidores. Prazo longo aparece em segundo lugar, com 35%;
  • Estratégia omnichannel: a jornada de compra raramente acontece em um único canal. 65,3% dos consumidores descobrem marcas em redes sociais e 45,5% pesquisam em marketplaces;
  • IA para consultoria de vendas: 36,6% dos consumidores já usaram agentes de IA,como ChatGPT e Gemini, para comparar produtos ou tirar dúvidas técnicas antes de realizar uma compra online;
  • Confiança em primeiro lugar: 50,5% checam a nota da loja no Reclame AQUI antes de comprar, e 54% desconfiam de lojas que exibem apenas avaliações positivas;
  • Social commerce em expansão: o TikTok Shop chegou ao Brasil em maio de 2025,mas 22,8% dos consumidores já consideram provável comprar pela plataforma nos próximos meses.

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Tudo entendido sobre o que é e-commerce?

O e-commerce deixou de ser apenas uma alternativa ao varejo físico para se tornar o principal canal de crescimento de negócios de todos os tamanhos. Com bilhões movimentados todos os anos e milhões de consumidores comprando online, o mercado continua cheio de oportunidades para quem quer começar ou expandir uma operação digital.

O caminho para esse resultado passa por escolhas bem feitas: nicho claro, posicionamento definido, fornecedores confiáveis, plataforma certa e estratégia de marketing consistente.

A boa notícia é que você não precisa construir tudo sozinho. Hoje, existem ferramentas e plataformas que ajudam a centralizar vendas, pagamentos, logística e marketing em uma única operação, facilitando a gestão conforme a marca cresce.

Então, se você está pronto para tirar seu projeto do papel, conte com a Nuvemshop! Crie a sua loja virtual gratuita por tempo ilimitado e conte com uma estrutura preparada para acompanhar a evolução do seu negócio! 💙

Aqui você encontra:
Perguntas frequentes sobre e-commerce

E-commerce, ou comércio eletrônico, é a venda de produtos ou serviços pela internet. Todo o processo acontece online (catálogo, pagamento, pedidos e entrega) sem depender de loja física. Pode ser operado em site próprio, marketplace, redes sociais ou uma combinação de canais.

Um site é qualquer página na internet — institucional, blog, portfólio. Um e-commerce é um site com estrutura de vendas: catálogo de produtos, carrinho, checkout, meios de pagamento e gestão de pedidos. Todo e-commerce é um site, mas nem todo site é um e-commerce.

Os principais tipos são: D2C (fabricante vende direto ao consumidor), B2C (empresa vende ao consumidor final), B2B (empresa vende para outras empresas), C2C (consumidor vende para consumidor), M-commerce (comércio via dispositivos móveis) e S-commerce (vendas pelas redes sociais).

No e-commerce próprio, você controla a experiência de compra, os dados dos clientes e as regras do negócio. No marketplace, você vende dentro de uma plataforma de terceiros, com mais tráfego, mas menos controle e com comissões sobre cada venda. Os dois modelos podem ser usados juntos de forma complementar.

Você precisa definir nicho, público-alvo e produtos; escolher uma plataforma de e-commerce; configurar meios de pagamento e envio; e investir em marketing para atrair os primeiros clientes. Com plataformas como a Nuvemshop, é possível criar e colocar uma loja no ar sem conhecimento técnico e sem custo inicial.

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