Brand awareness: tudo o que você precisa saber

Por: Raquel Lisboa
Brand awareness: tudo o que você precisa saber

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Já ouviu falar em brand awareness, mas não sabe muito bem o que é ou tem dúvidas sobre o assunto? Pois, então, você chegou ao conteúdo certo!

A seguir, vamos entender — por meio desse conceito — como diversas marcas famosas (como Gillette, Danone, Band-Aid, Google etc) se transformaram em referências em seus respectivos nichos e, até mesmo, segmentos. Também vamos conferir dicas para aumentar o brand awareness do seu negócio.

Curioso? Continue com a gente. 😉

O que é brand awareness?

Brand awareness é um parâmetro de branding que estima quão bem (ou não) uma empresa é reconhecida pelo público. Em tradução livre, significa consciência de marca.

Provas de um ótimo brand awareness são os exemplos citados na introdução. Gillette, Danone, Band-Aid e Google — para indicar apenas alguns! — ganharam tamanha proporção, ao longos dos anos, que seus nomes se tornaram sinônimos de produtos (respectivamente: lâmina de barbear, iogurte, curativo adesivo e mecanismo de busca).

Assim, o brand awareness tem como objetivo compreender qual é a força de mercado de um negócio. Ou seja, se a gestão de uma marca tem sido realmente efetiva (e alcançado bons resultados, que podem e devem ser reforçados) e se há algo a ser aprimorado (o que quase sempre tem).


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O que é brand equity?

Brand equity, por sua vez, é um termo mais amplo, que diz respeito ao valor agregado a uma marca. Isto é, o resultado das estratégias de marketing de uma empresa — ou, ainda, o composto de fatores que guiam o consumidor a comprar ou não em uma loja (como a relação de custo e benefício, por exemplo).

Logo, nesse contexto, o brand awareness é apenas uma das maneiras de verificar a eficiência do brand equity.


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Quais são os níveis do brand awareness?

Com a diferença entre brand awareness e brand equity esclarecida, entendamos agora os níveis do primeiro.

Uma marca não se torna notória da noite para o dia. Para isso, é preciso empenho e paciência para, aos poucos, ganhar espaço na mente (e por que não no coração?) do seu público. Assim, a escada do brand awareness se divide em quatro principais degraus:

  1. Unaware of brand: ou desconhecimento de marca. Geralmente quando um negócio acaba de ser lançado e o cliente ainda não o conhece;
  2. Brand recognition: ou reconhecimento de marca. Aqui o consumidor já consegue identificar a empresa através do logotipo em redes sociais, por exemplo;
  3. Brand recall: ou recordação de marca. Quando questionado sobre determinado nicho, o público se recorda da loja junto de outros concorrentes dela;
  4. Top of mind: ou a marca mais lembrada (em tradução livre, topo da mente). Se indagado sobre um segmento, o cliente imediatamente se lembra da empresa sem a necessidade de um gatilho — como visualizar o logo, por exemplo.

Quais são as vantagens do brand awareness?

Além da oportunidade de atingir o nível top of mind (sonho de muitas marcas!), cuidar do brand awareness do seu negócio pode gerar outros quatro benefícios, que são:

  1. Ser referência em qualidade e experiência de compra;
  2. Impulsionar os canais de venda;
  3. Expandir o alcance da marca;
  4. Aumentar a taxa de conversão.

Ademais, ao consolidar o brand awareness da sua empresa, ela ganha uma proteção contra concorrentes. Na jornada do cliente, ele com certeza vai pesar muito bem a sua loja (conhecida e segura) versus outras lojas (desconhecidas). A chance da sua marca ser escolhida se torna maior, mesmo que a concorrência ofereça preços atrativos.

Como aumentar o brand awareness do seu negócio?

Com todos os detalhes sobre o que é brand awareness elucidados, chega o momento de entender como difundir sua marca e desenvolver uma relação estável e de confiança com seu público. Acompanhe abaixo sete dicas imperdíveis que separamos para você!

1. Memória afetiva

Se a personalidade da sua marca não gera identificação e aproximação com o público, a possibilidade de alcançar o brand call e/ou o top of mind é mínima. Parafraseando Antoine de Saint-Exupéry, n’O Pequeno Príncipe: não temos a necessidade de algo até que isto nos cative.

Assim, para construir uma memória afetiva positiva, é essencial estabelecer uma imagem sólida, condizente com o discurso e os valores da sua empresa (e do seu consumidor). Um exemplo brasileiro para se inspirar é a Natura.

Com embalagens recicláveis, política de carbono neutro e testes cruelty free (isto é, não feitos em animais), tal marca afirma — através do seu posicionamento e dos seus produtos — o cuidado não só com o cliente, mas com o meio ambiente. Isso acaba por cativar um público fiel, que preza pela consciência sustentável.

Não é à toa que, ao longo dos seus mais de 50 anos de existência, a Natura se tornou referência mundial no setor de cosméticos.


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2. Identidade visual

Identidade visual, caso você não saiba, é o conjunto de elementos gráficos que compõem uma marca. Ou seja: as cores, a tipografia e o logotipo. Agora, para exemplificar o poder do brand awareness em relação a esse tipo de identidade, vamos te pedir para, em três segundos, pensar na marca Nike.

Pensou? 💭

Temos 99% de certeza que, ao se lembrar da Nike, o primeiro símbolo que veio à sua mente foi o logo dela, uma asa estilizada (seja estampada em tênis, camisetas, acessórios ou, até mesmo, em outdoors).

E se você pensar na Apple? Provavelmente a imagem da maçã mordida virá à lembrança. Dessa maneira, podemos perceber a importância de ter uma identidade visual bem definida como as dessas marcas. Para construir (ou checar) a sua, considere especialmente:

  • O tipo de segmento: foque em cores usadas em nichos específicos, como o vermelho e o amarelo para o setor de alimentação, por exemplo;
  • A simplicidade e a adaptabilidade: uma identidade visual bem desenvolvida é aquela que pode ser inserida em diversas superfícies (embalagens, brindes etc);
  • O diferencial do seu negócio: reflita sobre qual símbolo se relaciona com seus produtos. As três listras da Adidas, por exemplo, significam velocidade.

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3. Eventos

Marcar presença em eventos pode ser uma boa ideia para propagar sua marca e fazer novos contatos — seja com potenciais clientes ou parceiros. Portanto, pesquise por feiras e exposições relacionadas ao seu segmento.

Associando ao tópico anterior, faça bom uso da identidade visual da sua empresa e distribua brindes com o logotipo dela em tais ambientes. Desse modo, aos poucos, você vai incorporar (até inconscientemente) as impressões de marca em seu público. Logo, quando menos imaginar, seu negócio estará subindo um dos níveis do brand awareness.

No entanto, caso você não tenha capital para investir, por ora, em eventos físicos, busque participar de palestras e transmissões ao vivo. Assim, os gastos serão bem menores e você poderá usar objetos e planos de fundo já presentes no seu ambiente de trabalho (escritório da sua loja virtual, showroom etc).


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4. Programa de indicação

O famoso boca a boca pode fazer milagres pelo seu brand awareness, acredite. Para isso, crie estratégias de difusão, especialmente em eventos.

Em julho de 2020, na Nuvemshop, desenvolvemos um evento online chamado Potencialize E-commerce. Nele, foram oferecidas diversas palestras gratuitas sobre o universo do mercado digital. Além da divulgação feita em redes sociais, newsletters etc, também criamos um programa de indicação.

Tal programa funcionou da seguinte maneira: ao recomendarem outras pessoas para o evento, os inscritos acumulavam prêmios (desde acesso a outras palestras VIPs a um ano grátis de plataforma Nuvemshop) dependendo da quantidade de indicados que se matriculavam também.

Unindo todas essas ações de marketing, o nosso evento foi um grande sucesso com mais de 20 mil inscrições! ✨


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5. Parcerias

Parcerias são pontos de contato que te ajudam não só a propagar a sua marca, mas a também conhecer cada vez mais o seu público. Colaborações assim podem acontecer por duas principais vias:

  1. Com lojas que vendem produtos complementares aos seus (cosméticos para pele e para cabelos, por exemplo);
  2. Com influenciadores digitais (desde microinfluenciadores, com 400 a 500 seguidores, a top celebs, com mais de 900 mil fãs).

No primeiro caso, ambas as marcas podem, por exemplo, combinar e veicular kits de produtos em suas respectivas redes sociais e e-mails marketing. No entanto, aqui, é necessário se atentar a duas questões: nos anúncios, sempre sinalizar a parceria; e para as entregas, ter estoques disponíveis para os envios das duas lojas.

Já na segunda via, os custos são mais elevados, afinal, vai exigir a contratação de uma terceira parte, o influencer. Portanto, antes de fechar a parceria, considere: se o discurso de tal personalidade realmente está alinhado ao da sua marca, quantas divulgações serão feitas e em quais formatos.


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6. Marketing de conteúdo

Marketing de conteúdo é uma prática que se fundamenta na produção de materiais como forma de captar a atenção de potenciais clientes e aumentar o brand awareness. Entre seus principais formatos, destacam-se: artigos em blog, posts em redes sociais, vídeos, e-mail marketing, podcasts, e-books e infográficos.

Os temas podem ser os mais diversos, desde que não sejam propagandas explícitas dos seus produtos. Se você está no nicho de lingeries para grávidas, por exemplo, compartilhe com frequência matérias relacionadas a essa fase tão importante na vida de uma mulher — como dicas sobre alimentação saudável, amamentação etc.

Através de conteúdos engajadores e relevantes, sua marca tem a chance de não só atrair o seu público já ativo, como também uma audiência inexplorada. Afinal, materiais com este intuito constantemente geram divulgação orgânica (como o compartilhamento de postagens por outros usuários em redes sociais, por exemplo).

Falando em divulgação orgânica, não se esqueça de unir a estratégia do marketing de conteúdo à de SEO (otimização para mecanismos de busca). Isto é, facilite a identificação do seu site/blog e das suas redes sociais pelos buscadores para, a médio-longo prazo, conquistar posições na primeira página do Google. Logo, para tal:

  • Escolha as palavras-chave certas: em planejadores de keywords, pesquise quais são os termos em alta no seu nicho;
  • Crie conteúdos originais: tenha a liberdade de desenvolver materiais diferenciados — ou seja, pense fora da caixa;
  • Indique outras matérias: através de hiperlinks ou indicações diretas mesmo, convide o usuário a conhecer novos conteúdos (isso vai gerar um círculo virtuoso em relação aos acessos).

Nas redes sociais, lembre-se de usar hashtags (#), pois este tipo de marcação ajuda a nova audiência a encontrar posts publicados no perfil da sua marca.


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7. Prova social

Prova social é um gatilho mental ativado por meio de depoimentos positivos e recomendações. Ela gera uma sensação de confiabilidade, eleva a reputação de uma marca e está diretamente vinculada à satisfação do público.

Diante disso, sempre estimule o seu cliente a, depois de receber os produtos encomendados, fazer reviews nas páginas dos artigos e unboxings nas redes sociais (e marcar o perfil da sua empresa).

Essa ação com certeza vai encorajar outra audiência a conhecer a sua loja — o que automaticamente expande o seu brand awareness. Mesmo que vendas não surjam em um primeiro momento, o fato de novos usuários seguirem sua marca já te dá a oportunidade de nutrir tal relacionamento por meio do marketing de conteúdo.

E, mais uma vez, de grão em grão, você estará escalando a consciência e o branding do seu negócio.


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Como medir o brand awareness?

A esta altura, você deve estar se questionando sobre como saber se as estratégias de brand awareness estão sendo efetivas, certo? Pois bem, a avaliação do conhecimento de uma marca pode ser feita de duas principais maneiras: quantitativa e qualitativamente.

Em ambas, é necessário definir um períodos de tempo (mensal, trimestral etc) para efeito comparativo no futuro. Além disso, você pode operá-las ao mesmo tempo — ou seja, uma forma não exclui a outra.

Mensuração quantitativa

Como o próprio nome indica, ela é realizada por meio de números. Como base, são usadas as mesmas métricas básicas do marketing digital:

  • Alcance (quantidade de visitas únicas);
  • Impressões (quantidade de visualizações totais);
  • Marcações;
  • Compartilhamentos;
  • Vendas.

Por meio delas, é possível aferir o engajamento tanto de uma loja, quanto de redes sociais. No primeiro caso, é preciso vincular o Google Analytics ao seu site para ter acesso às métricas. Na segunda situação, as próprias mídias sociais oferecem um ambiente virtual sincronizado para acompanhar os dados, como o Instagram Insights, por exemplo.


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Mensuração qualitativa

Inversa à quantitativa, a mensuração qualitativa é feita por meio de amostras individuais que, posteriormente, podem ser agrupadas se tiverem respostas semelhantes.

Tal pesquisa ajuda a entender a fundo as motivações, os comportamentos e as opiniões do público sobre sua marca (como qualidade do atendimento, dos produtos e da entrega se comparados aos da concorrência, por exemplo). Aqui as possibilidades são inúmeras, basta a você determinar qual será o foco.

Por fim, os feedbacks da mensuração qualitativa podem ser solicitados por um(a):

  • Pop-up na home da sua loja;
  • E-mail marketing com formulário (Google Forms, SurveyMonkey etc);
  • Por telefone ou WhatsApp.

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Entendido?

Esperamos que, neste guia, você tenha tirado suas principais dúvidas sobre brand awareness. Como visto, construir o conhecimento da sua marca é um trabalho de formiguinha 🐜 e que exige constantes ajustes, mas que pode render muitos resultados positivos.

Caso queira encontrar conteúdos similares a este, indicamos a categoria Branding do Blog da Nuvemshop.

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