Como montar um ecommerce: 15 passos essenciais para começar

Por: Alejandro Vázquez

Mulher sentada no chão escolhendo as fotos da sua loja para representar como montar um ecommerce.

O passo a passo de como montar um ecommerce é:

  1. Faça um plano de negócios 
  2. Realize uma pesquisa de mercado
  3. Legalize a sua empresa
  4. Procure os fornecedores certos
  5. Escolha uma plataforma de e-commerce
  6. Lembre-se da segurança dos dados
  7. Precifique corretamente os itens da sua loja
  8. Cadastre e descreva todo seu catálogo de produtos
  9. Configure as opções de pagamento
  10. Pense na logística e nas opções de frete
  11. Tenha atenção ao checkout
  12. Conte com um sistema ERP
  13. Invista no atendimento ao cliente
  14. Divulgue o seu e-commerce
  15. Faça a mensuração dos resultados

Quer ver as dicas completas? Então, siga neste conteúdo!


Existem algumas maneiras de começar a vender pela internet e a mais efetiva delas é criando a sua própria loja virtual. Para isso, é preciso ter tempo, dedicação e seguir alguns passos essenciais. Pensando em facilitar a sua jornada, criamos este conteúdo com 15 etapas de como montar um ecommerce.

As vendas online vêm ganhando cada vez mais força dentro do mercado. De acordo com uma pesquisa SpedingPulse, em 2020, elas representaram 11% de todas as transações comerciais do varejo — um aumento significativo de 75% com relação a 2019.

Uma oportunidade de ouro para o seu negócio, não é mesmo? Então, se você quer saber como fazer um ecommerce e começar a vender, confira todas as nossas dicas neste vídeo:

Para se aprofundar ainda mais em como criar um ecommerce, continue a leitura do artigo. 👀

Como montar um ecommerce? [15 passos]

Veja, no passo a passo abaixo, quais são as etapas na hora de criar um ecommerce:

1. Faça um plano de negócios

O primeiro ponto para montar uma loja virtual é criar o seu plano de negócios. Ou seja, como o seu e-commerce estará estruturado? Quais serão as diretrizes necessárias para dar o pontapé inicial nas suas vendas?

Aqui, existem alguns fatores que você precisa levar em consideração e dar a devida importância. Por exemplo, é fundamental definir o seu nicho de mercado e o tipo de produto que o seu e-commerce irá vender. Dessa maneira, será mais fácil encontrar também a persona — representação do cliente ideal — que vai se interessar pelo que você tem a oferecer.

Além disso, lembre-se de pensar em planejamentos mais específicos, de acordo com as áreas existentes dentro de um negócio. Nesse caso, os mais relevantes são:

  • Planejamento financeiro: quais serão os recursos para manter o fluxo de caixa rodando;
  • Planejamento operacional: como funcionará a operação do e-commerce no dia a dia;
  • Planejamento de marketing e vendas: quais serão as estratégias de divulgação da loja virtual. Mais à frente, veremos em detalhes sobre este ponto.

💡 Saiba mais: Plano de negócios: o que é e como fazer o seu?

2. Realize uma pesquisa de mercado

Após ter as diretrizes iniciais do seu negócio definidas, chegou a hora de ir a campo para entender como colocar tudo em prática. Para isso, o ideal é realizar uma pesquisa de mercado que pode ter dois focos principais.

O primeiro é a análise da concorrência, na qual você entenderá quem são os maiores competidores dentro do seu nicho de atuação. Além disso, esta fase te ajudará a ter novos insights. Atente-se a pontos mais estratégicos — como as técnicas de vendas utilizadas — e também a fatores mais operacionais — como os canais escolhidos.

Já o segundo foco é direcionado ao seu público-alvo. Pesquisas e enquetes são ferramentas ideais para te colocar lado a lado com o seu consumidor, descobrindo suas expectativas e, ao mesmo tempo, novas tendências de consumo.

Aqui, lembre-se de colocar o cliente no centro de todas as suas ações e de pensar sempre na melhor estratégia para garantir uma boa experiência durante a jornada de compra.

3. Legalize a sua empresa

Apesar de ser uma parte burocrática, o terceiro passo de como montar um ecommerce é essencial para que a sua empresa possa funcionar de maneira regularizada. Ainda que não seja obrigatório ter um CNPJ ativo, quanto mais um empreendimento for crescendo, mais assegurado ele precisa estar.

Para isso, nossa dica é optar pelo modelo de tributação que mais se adequa ao seu negócio: as melhores opções para isso são o MEI (Microempreendedor Individual, que permite um faturamento anual de até R$ 60 mil) ou Simples Nacional (que permite um faturamento anual de até R$ 3,6 milhões).

Aqui, também é preciso conhecer a chamada Lei do E-commerce e suas principais determinações, que dizem respeito:

  • ao Direito de Arrependimento — no qual o cliente tem até sete dias corridos para se arrepender de uma compra online;
  • ao atendimento ao cliente facilitado;
  • às descrições claras sobre todos os produtos e serviços oferecidos.

💡 Saiba mais: O que é a Lei do E-commerce e como adequar sua loja a ela?

4. Procure os fornecedores certos

Plano de negócios e análise da concorrência feitos? Empresa regularizada? Então, o próximo passo é a escolha dos fornecedores do seu e-commerce. Para isso, existem alguns critérios que você precisa levar em consideração antes de tomar qualquer decisão.

Além dos básicos e já conhecidos, como qualidade, preço e prazo de entrega, existem alguns outros que também são superimportantes. A flexibilidade, por exemplo, garante que o fornecedor seja um parceiro do seu negócio, tanto nos períodos de lucratividade quanto nos períodos de incertezas.

Já as referências te ajudam a fazer uma boa escolha com base no que outras empresas que também atuam com ele têm a dizer sobre os produtos e/ou serviços oferecidos.

💡 Saiba mais: Como escolher um fornecedor? 9 pontos para considerar

5. Escolha uma plataforma de e-commerce

Agora chegou o momento de começar a construir, de fato, a sua loja virtual. Para isso, você pode optar por contratar um desenvolvedor de sites para criar o seu e-commerce do zero ou, então, escolher uma plataforma na qual você mesmo poderá montar a sua loja virtual.

A primeira opção, inicialmente, pode até parecer mais flexível do ponto de vista de customização e identidade visual. Porém, ao colocar todos os pontos na balança, o alto valor cobrado por esse tipo de serviço e o tempo até a entrega do projeto podem acabar não compensando.

Já com o apoio de uma plataforma de e-commerce, como a Nuvemshop, por exemplo, todo esse processo é facilitado e não há a necessidade de nenhum conhecimento técnico para colocar sua loja no ar e começar a vender.

Além das muitas opções de layout, você ainda pode disponibilizar ao seu cliente diferentes opções de frete, pagamento e checkout (falaremos mais à frente sobre cada um desses pontos). Veja, no vídeo abaixo, como é simples e fácil criar a sua loja na Nuvemshop:

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6. Lembre-se da segurança dos dados

Com a chegada da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, cuidar da segurança das informações pessoais dos seus clientes tornou-se fundamental. Isso porque, nas compras pela internet, o consumidor compartilha com o seu negócio dados sensíveis, como número do cartão de crédito e endereço.

Zelar pela segurança dessas informações, além de ser um dever do seu negócio, transmite mais credibilidade frente ao mercado. Assim, uma dica é implementar o selo de segurança e o certificado SSL no seu e-commerce.

Enquanto o primeiro é um selo de atesta que o seu site tem, de fato, uma navegação segura, o segundo é uma tecnologia global que garante a segurança na comunicação entre o navegador da internet e o servidor da web por meio da criptografia dos dados.

Vale lembrar que plataformas de e-commerce confiáveis, como é o caso da Nuvemshop, já disponibilizam ambos os recursos sem nenhum tipo de cobrança adicional. Para saber mais, confira o link abaixo da nossa Central de Atendimento:

👉 Como ativar um certificado de segurança para meu domínio?

7. Precifique corretamente os itens da sua loja

A próxima etapa do nosso tutorial de como montar um ecommerce é a correta precificação dos produtos que você irá vender. Lembre-se de que o preço cobrado por cada mercadoria precisa não só cobrir os custos do negócio, mas também gerar lucratividade para o lojista. Tudo isso sem deixar de ser justo para o consumidor final.

Por isso, essa é uma estratégia que deve ser bem planejada, levando em consideração os custos operacionais, as despesas variáveis e a margem de lucro que deseja obter.

Neste ponto, também vale voltar na análise de concorrência que você fez lá no início e fazer um comparativo. Assim, será mais fácil decidir entre vender mais barato e tornar-se competitivo no mercado ou vender mais caro e ter um faturamento maior.

8. Cadastre e descreva todo seu catálogo de produtos

Cadastrar todos os seus produtos na loja virtual é uma etapa trabalhosa, mas extremamente necessária. Afinal, somente assim o cliente terá acesso a todos os itens que você tem a oferecer a ele.

Para fazer isso da melhor forma possível, é preciso ficar de olho em dois fatores: a qualidade das fotos e a descrição de cada produto. Lembre-se de que, no meio virtual, esses são os únicos pontos de contato do consumidor antes de finalizar uma compra. Portanto, essa é a oportunidade que você tem para convencê-lo a levar aquela mercadoria.

Com relação às fotos, no vídeo abaixo, você confere algumas dicas do fotógrafo profissional Oswaldo Coelho, responsável pelas imagens do e-commerce da O.W.L Store:

Já para as descrições, o ideal é incluir nesse pequeno texto informações sobre tamanhos, dimensões, cores, texturas, materiais e tudo mais que for importante para a decisão de compra do cliente. Veja o exemplo da loja Morango Brasil:

Mockup das descrições da loja Morango Brasil para demonstrar como montar um ecommerce.

9. Configure as opções de pagamento

Quanto às formas de pagamento para loja virtual, você pode optar por utilizar um gateway de pagamento, sistema responsável por conectar e transferir os dados entre um usuário e as instituições financeiras.

Assim, no momento em que o cliente seleciona a maneira como deseja pagar — cartão de crédito, boleto bancário ou débito em conta —, essa tecnologia faz a retenção do valor da compra e o envia diretamente para a conta do vendedor, de maneira prática e segura.

Além das que acabamos de citar, uma outra modalidade de pagamento que vem ganhando a simpatia dos consumidores é o Pix. Além de ser uma forma gratuita e prática de fazer transferências bancárias, ele ainda permite que o lojista receba o dinheiro na mesma hora.

💡 Saiba mais: Quais são e como funcionam os meios de pagamento para e-commerce?

10. Pense na logística e nas opções de frete

Assim como os meios de pagamento, no momento de saber como montar um ecommerce, você também precisa disponibilizar diferentes opções de entrega ao seus clientes.

Com um gateway de frete — tecnologia que pode ser integrada a lojas hospedadas na Nuvemshop, por exemplo —, seus canais de venda (ecommerce e marketplace) são diretamente conectados aos Correios e às transportadoras. Isso dá mais agilidade aos processos de venda e, principalmente, de entrega.

Além disso, seja qual for a modalidade de envio escolhida pelo cliente, lembre-se de deixar claro quais são os valores envolvidos nessa logística e prazo máximo de entrega. Isso garante mais transparência à sua loja e evita que a experiência de compra se torne uma frustração em determinado momento.

💡 Saiba mais: Correios ou transportadora: saiba quando e como utilizá-los no e-commerce

11. Tenha atenção ao checkout

O checkout nada mais é do que a etapa final de conclusão de uma compra. Ou seja, é o momento em que o cliente revisa o carrinho de compras, coloca todas as suas informações pessoais, confere o preço final, o frete, escolhe a modalidade de pagamento e finaliza o pedido.

Apesar de existirem diferentes tipos de checkout, o mais indicado é o chamado checkout transparente, no qual todo pagamento se dá no mesmo ambiente da loja virtual, sem que o consumidor seja redirecionado para o site do intermediador de pagamentos.

Por não obrigar o cliente a mudar de site, esta opção transmite mais credibilidade e confiança ao seu e-commerce.

12. Conte com um sistema ERP

ERP — sigla para Enterprise Resource Planning ou, em português, planejamento de recursos de uma empresa — é um sistema de gestão que reúne dados e informações sobre as áreas financeira, de logística e de recursos humanos de uma empresa.

Ou seja, essa é uma ferramenta essencial para organizar e otimizar os processos de um negócio. Dentre as principais vantagens de utilizar um ERP, podemos citar:

  • Integração de todos os canais de venda;
  • Maior controle do estoque;
  • Emissão de notas fiscais;
  • Integração com os meios de envio.

Para clientes Nuvemshop, existem diferentes opções de ERP que podem ser integrados com a sua loja virtual. Para saber mais, confira o vídeo abaixo:

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13. Invista no atendimento ao cliente

Outro ponto fundamental para considerar ao criar um ecommerce é o atendimento ao cliente. Além de ser uma das exigências da Lei do E-commerce (como falamos nos tópicos anteriores), isso garante a segurança de que, caso algo dê errado, o consumidor terá total suporte por parte da empresa.

Esse também é um divisor de águas na hora de prestar um pós-venda de qualidade e fidelizar o cliente.

Algumas das ferramentas de atendimento ao cliente que você pode oferecer são:

  • E-mail;
  • Telefone;
  • Chat online;
  • Redes sociais (como o Instagram e o Facebook);
  • Whatsapp Business.

👉 Saiba mais: Atendimento ao cliente: guia para lojas virtuais

14. Divulgue o seu e-commerce

Criar o seu plano de marketing também faz parte do processo de como fazer um ecommerce. Aqui, as definições começam com os canais de divulgação que você pretende utilizar, que podem envolver redes sociais, e-mail marketing, blog corporativo, entre outras coisas.

A partir disso, é possível começar a desenhar uma estratégia sólida e que faça sentido com os objetivos descritos no planejamento inicial.

Por já estar na internet, a ideia de usar as redes sociais, tanto na divulgação orgânica quanto patrocinada, é uma das mais efetivas quando se trata de ecommerce. Pelo Facebook Ads e pelo Instagram Ads, por exemplo, você consegue integrar sua loja virtual e redirecionar o cliente diretamente de um ambiente para o outro.

Além disso, utilizar o marketing de conteúdo e as técnicas de SEO para conseguir aparecer organicamente nos mecanismos de busca, como o Google, é uma estratégia muito efetiva e econômica para o seu negócio.

Quer conferir dicas ainda mais completas? Então assista ao vídeo abaixo:

15. Faça a mensuração dos resultados

Por último e para entender se tudo que foi feito até aqui realmente está trazendo bons frutos, é necessário mensurar os resultados do seu ecommerce. Para isso, utilizar a metodologia dos KPIsKey Performance Indicators que, traduzindo para o português, significa Indicadores-chave de performance — é uma ótima alternativa.

Quando falamos de e-commerce, os mais importante que precisam ser acompanhados são:

  • Taxa de conversão (CVR)
  • Taxa de rejeição
  • Carrinhos abandonados
  • Ticket médio
  • Custo de aquisição de cliente (CAC)
  • Valor do ciclo de vida (LTV)
  • Retorno sobre investimento (ROI)

💡 Saiba mais: KPIs: 7 métricas que todo e-commerce deve acompanhar e como medi-las

Resumo sobre como montar um ecommerce

E aí, o que achou das nossas dicas de como criar um ecommerce? Esperamos que elas tenham sido úteis e que você saia daqui pronto para começar a sua loja virtual!

Se ainda restou alguma dúvida, no vídeo abaixo, listamos e respondemos as principais sobre esse universo. Confira!

👉 Saiba mais: Como criar uma loja virtual: guia para o seu negócio

Antes de finalizar, que tal um resumo rápido de tudo que vimos por aqui?

Como montar um ecommerce em 15 passos

  1. Faça um plano de negócios
  2. Realize uma pesquisa de mercado
  3. Legalize a sua empresa
  4. Procure os fornecedores certos
  5. Escolha uma plataforma de e-commerce
  6. Lembre-se da segurança dos dados
  7. Precifique corretamente os itens da sua loja
  8. Cadastre e descreva todo seu catálogo de produtos
  9. Configure as opções de pagamento
  10. Pense na logística e nas opções de frete
  11. Tenha atenção ao checkout
  12. Conte com um sistema ERP
  13. Invista no atendimento ao cliente
  14. Divulgue o seu e-commerce
  15. Faça a mensuração dos resultados

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