SEO para e-commerce: tudo o que você precisa saber

Peças com a sigla SEO, para indicar dicas sobre ecommerce

Aqui você encontra:

Se você possui uma loja virtual, é indispensável aplicar práticas de SEO (Search Engine Optimization, do inglês) nela. Através de uma boa estratégia de SEO para e-commerce, você conseguirá dar mais destaque ao seu site nos mecanismos de busca, como o Google e o Bing, por exemplo.

O universo do SEO é bastante amplo e suas boas práticas vão desde os termos que você usa ao construir as páginas do seu site até ações técnicas em sua arquitetura. Por esse motivo, ao longo deste guia, vamos nos aprofundar em tudo o que você precisa saber sobre SEO para lojas online. Pronto para começar?

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Crie sua loja virtual e venda pela internet pelo seu computador

O que é SEO?

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    SEO é a sigla para Search Engine Optimization — ou otimização para mecanismos de busca, em tradução livre. Essa, portanto, é uma estratégia para facilitar a identificação de um site pelos buscadores, como Google, Yahoo e Bing.

    Dessa forma, ter um site otimizado permite que os mecanismos de busca apresentem suas páginas nos resultados quando um usuário fizer uma pesquisa por algo que você oferece. Esse tipo de trabalho é importante para garantir que mais pessoas acessem seu site sem que os anúncios sejam sua única fonte de tráfego. Se, por exemplo, alguém busca “meia esportiva Nike”, você oferece esse produto e tem seu site otimizado, idealmente sua página aparecerá como um dos principais resultados.

    Trabalhar o SEO para e-commerce, portanto, pode baratear seu custo de aquisição de clientes (CAC) e, ainda assim, garantir visitas à sua loja virtual — que terão potencial para conversão em vendas. De acordo com a pesquisa SEO Trends, e-commerces brasileiros que investem nessa estratégia atraem 13,2 vezes mais visitantes e conquistam 5,7 vezes mais clientes.

    Então, está esperando o que para começar? Continue a leitura comigo, porque ainda vamos entender a lógica do Google — o buscador usado por cerca de 97% dos usuários — na hora de classificar as páginas em seus resultados, além de conhecer boas práticas de SEO!

    Como o Google funciona?

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      Na hora de classificar os resultados de uma busca, o Google procura apresentar sempre as páginas que têm maior correspondência com a dúvida ou necessidade do usuário.

      Para poder avaliar todos os sites disponíveis, existe o Googlebot. Ele é um robô que vai fazendo uma varredura — também conhecida como crawling — de todas as páginas de um domínio.

      Esse robô começa da home de um site e vai passando para cada link que encontra ali. Por meio da linkagem interna, o Googlebot vai navegando para cada nova página e avaliando seus conteúdos.

      A partir daí, as páginas dos sites são indexadas, ou seja, passam a fazer parte do diretório do Google. Então, quando um usuário fizer uma pesquisa, o buscador vai consultar os conteúdos indexados e apresentar os melhores resultados que encontrou — tudo isso em questão de milissegundos!

      Desse modo, as boas práticas de SEO devem ser seguidas para facilitar a varredura dos Googlebots em seu site e apontar que seu endereço é a melhor opção à dúvida do usuário. Pensando assim, fica mais fácil organizar tudo, não é mesmo? 😉

      15 técnicas de SEO para ecommerce

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        Agora que já sabemos o que é e para que serve o SEO, além de como o principal buscador do mundo funciona, hora de conferir as dicas práticas para que seu site possa melhorar o posicionamento no Google. Lápis e papel na mão, pois vamos começar! 📑

        1. Faça um planejamento de palavras-chave

        O SEO e as palavras-chave têm tudo a ver. Afinal, usando os termos corretos em suas páginas, você poderá indicar para o Google sobre o que elas tratam e, consequentemente, elas podem ser exibidas nos resultados de busca dos usuários.

        Claro que essas keywords estarão relacionadas ao seu nicho de mercado, mas como saber exatamente o que os usuários estão buscando quando querem uma solução similar à que você oferece? É aí que entra o planejamento de palavras-chave.

        Existem ferramentas que mostram o volume de buscas por cada termo, além da concorrência existente por cada um deles e de sugestões de outras keywords dentro do mesmo universo. A partir de então, você poderá averiguar quais são as melhores palavras para empregar em seu site (veremos como e onde usá-las nas próximas dicas).

        O próprio Google oferece uma ferramenta para que esse estudo seja feito: seu Planejador de palavras-chave. Você pode conhecer mais sobre seu funcionamento no artigo abaixo:


        Saiba mais...

        Além do Planejador de palavras-chave do Google, existem outras opções. Uma delas é o Ubersuggest, que é gratuito. Além disso, há opções pagas, mas com períodos gratuitos de teste: o SEMrush e o Ahrefs.

        2. Pense nas palavras-chave para nomear produtos e categorias

        Esse ponto é de extrema importância. De nada adianta você possuir produtos incríveis e ignorar todo o potencial de SEO deles. Como assim? Lembra do planejamento de palavras-chave que acabamos de ver? É aqui que você vai começar a utilizá-lo.

        Vamos ver um exemplo da Adidas, que tem uma linha de tênis chamada Superstar. Por mais que Superstar seja um nome bacana, será que “tênis Adidas Superstar” é um termo relevante para os buscadores?

        Uma rápida olhada no Planejador de palavras-chave do Google revela que sim, mas também que o termo “Tênis Adidas” ou “Adidas Superstar” tem um volume de buscas bem superior:

        Captura de tela do Planejador de palavras-chave do Google para termos relacionados a "tênis adidas superstar"

        Ao olhar para a Netshoes, um dos principais e-commerces do Brasil, veja como no site há a categoria “Tênis Adidas” e também uma URL customizada (imagem abaixo), incluindo essa keyword:

        Captura de tela de página da Netshoes mostrando o trabalho de SEO para ecommerce

        Repare como a Netshoes mantém o termo “Tênis Adidas” mesmo na landing page de um dos modelos do Superstar. Trata-se de uma estratégia tanto para atrair aqueles que buscam por “Tênis Adidas”, quanto aqueles que procuram “Adidas Superstar”.

        Captura de tela de página da Netshoes mostrando o trabalho de SEO para ecommerce

        Portanto, leve sempre em conta o que as pessoas buscam na hora de criar suas URLs, nomes de produtos e as categorias da sua loja. Empregue esses termos nos campos corretos do seu e-commerce para que as chances da sua página aparecer na primeira página de resultados do Google e de vender pela internet aumentem!

        Caso queira se aprofundar no tema de SEO para categorias no e-commerce, confira nosso artigo supercompleto:


        Saiba mais...

        3. Tenha URLs amigáveis

        Como já vimos, é importante usar a palavra-chave principal na URL da página que trate sobre aquele termo. Por exemplo, se tenho uma página em meu e-commerce para a categoria de “smartphones da Samsung”, essa palavra-chave deve constar no endereço:

        www.minhalojavirtual.com.br/smartphones-samsung

        Desse modo, você emprega a keyword e torna sua URL compreensível tanto para os usuários quanto para o Google. Então, evite ao máximo que seus endereços incluam códigos e afins. Deixe-os sempre com palavras identificáveis.

        Outro aspecto a respeito das URLs para observar é em relação àquelas geradas por buscas no seu site por meio de filtros. Normalmente, endereços com códigos são criados, mas, caso um filtro seja usado com frequência, pode ser uma boa ideia criar uma URL otimizada. Por exemplo, “www.minhalojavirtual.com.br/smartphones-samsung-linha-s” para um filtro para smartphones Samsung da linha S.

        4. Evite conteúdo duplicado

        Primeiramente, vale explicar o que é conteúdo duplicado. Em uma loja online, é normal você conseguir acessar o mesmo produto através de URLs diferentes. Por exemplo:

        • floresexemplo.com.br/buque-rosas-vermelhas e
        • floresexemplo.com.br/buques/buque-rosas-vermelhas.

        No primeiro caso, trata-se de um link direto para o buquê de rosas vermelhas, enquanto o segundo link é de alguém que clicou na categoria “Buquês” antes de chegar à peça de rosas vermelhas. O mesmo vale para o caso de produtos com cores diferentes, por exemplo um mesmo modelo de tênis branco ou azul.

        Quando há mais de uma URL direcionando para um mesmo caminho, como os buscadores podem saber qual das páginas e em qual ordem elas devem aparecer primeiro? É quase impossível!

        A alternativa para evitar tamanho problema é inserir URLs Canônicos no seu site. Por meio de uma tag (rel=“canonical”) no código HTML da página duplicada, você indica para o Google que aquela página tem praticamente o mesmo conteúdo que a original.

        Também é recomendado que a URL principal seja a do produto mais relevante e/ou de maior valor. As demais devem conter a tag de URLs canônicos indicando para essa de maior relevância.

        Desse modo, apenas a que não tiver esse código será elegível para os mecanismos de busca e elas não competirão entre si. Quer aprender um pouco mais sobre o tema? Leia o tutorial do Google sobre URLs Canônicos.

        Se você utiliza a plataforma da Nuvemshop, pode ficar tranquilo, já que a tag rel=“canonical” está incluída automaticamente na sua loja.

        Tenha textos originais

        Se você trabalha com mercadorias de terceiros, em hipótese alguma deverá copiar a resenha enviada pelo fabricante para descrever os produtos da loja. Isso certamente será identificado como conteúdo duplicado e irá te prejudicar nos buscadores, uma vez que a cópia vai contra as diretrizes do Google.

        Por esse motivo, capriche ao descrever seus produtos, seja original e lembre-se de utilizar palavras-chave no texto. Uma boa ideia também é usar muitos detalhes, de modo que a descrição tenha de 100 a 300 palavras. Isso influenciará positivamente no SEO da página. Portanto, fale sobre os materiais, cores, texturas e usos dos artigos na hora de descrevê-los!

        5. Faça os buscadores lerem suas imagens

        Existem quatro práticas recomendadas na hora de incluir imagens em seu site. Vamos entender um pouco melhor quais fatores influenciam o SEO para e-commerce no que diz respeito às fotos que você usar.

        Alt Text (ou Texto Alternativo)

        É impossível para os buscadores ler imagens e identificar do que elas tratam. Portanto, elas devem vir acompanhadas do parâmetro “Alt Text” (ou “Texto Alternativo”), descrevendo-as.

        O “Alt Text”, que aparece quando você passa o cursor sobre uma foto, te ajudará a ter um melhor ranqueamento nos buscadores, pois permitirá que o Googlebot entenda o que está naquela imagem. Sempre que possível, use a palavra-chave também no “Alt Text” e limite o texto a 60 caracteres.

        Além disso, o texto alternativo também é fundamental quando falamos de acessibilidade. Isso porque as ferramentas que fazem a leitura de sites para pessoas com deficiência utilizam as informações em texto para descrever as páginas.

        Nome do arquivo

        Por incrível que pareça, o nome que você dá a determinada imagem quando a salva no seu computador pode ajudar no SEO. Desta forma, em vez de gravar uma imagem com o nome “foto.jpg”, faça um pequeno esforço e tente utilizar alguma palavra-chave no lugar. Exemplo: “sapatos-de-couro.jpg” (caso você tenha um e-commerce dedicado a sapatos).

        Legenda

        Coloque legenda nas fotos e descreva o significado delas. Novamente, se possível, use a palavra-chave daquela página, mas apenas se puder fazê-lo de forma natural.

        6. Fique atento ao tempo de carregamento do seu e-commerce

        O tempo de carregamento de um e-commerce é um ponto de extrema importância. Os usuários não costumam ter muita paciência quando uma loja virtual demora para carregar, e buscadores beneficiam aquelas páginas com um tempo de carregamento menor.

        Então, como lidar com isso? Imagens pesadas podem fazer com que seu site demore para abrir por completo. Portanto, o ideal é redimensioná-las antes de fazer o carregamento em seu e-commerce. Existem ferramentas gratuitas online, como o TinyPNG e o TinyJPG, que diminuem o tamanho dos arquivos sem que as fotos percam a qualidade.

        Além de garantir imagens leves, uma boa prática é a de não carregar todos os seus produtos em um mesmo lugar. Se você limitar a cerca de 15 produtos por página, isso vai tornar o carregamento mais rápido.

        Para se aprofundar na velocidade do e-commerce, confira nosso guia sobre o assunto:

        7. Tenha um site responsivo para mobile

        Além de as compras por mobile terem sido responsáveis por mais de 65% das vendas em lojas Nuvemshop em 2019, os mecanismos de busca também levam a responsividade em conta na hora de apresentar os resultados aos usuários quando fazem uma pesquisa.

        Desde 2015, com o lançamento de uma atualização no algoritmo do Google que ficou conhecida como Mobilegeddon, esse fator passou a ter enorme importância no ranqueamento. Inclusive, há uma previsão de que, a partir de 2021, entre em vigor o mobile-first indexing do Google.

        Isso significa que, quando essa atualização começar a valer, sites que não estiverem otimizados para mobile terão uma queda brusca no que diz respeito às páginas de resultado do Google. Portanto, garanta que o seu site apresente o mesmo conteúdo em mobile e no desktop e que carregue normalmente em dispositivos móveis.

        Caso você utilize a plataforma da Nuvemshop em seu e-commerce, não precisa se preocupar com isso. Os sites criados a partir do nosso serviço já são responsivos. 😉

        8. Trabalhe a linkagem interna

        Linkagem interna é o termo utilizado para se referir a links para outras páginas do seu próprio site que você insere em seu conteúdo. Isso pode ser feito em textos, imagens e por meio de produtos relacionados, por exemplo.

        Como já vimos, a linkagem interna ajuda o Googlebot a navegar pelo seu site. Além disso, ela permite que o buscador identifique páginas relevantes, pois o fato de uma página ser linkada mais vezes denota a importância do seu conteúdo.

        Essa é uma estratégia relevante também para os usuários. Para o visitante, a linkagem interna é interessante porque ele vai ter mais conteúdo disponível para ler e uma ideia melhor sobre o que se trata aquela página.

        Outra vantagem de incluir links internos é que isso provavelmente aumentará o tempo que um usuário permanece no site. Quanto mais tempo no site, maior a chance daquele visitante ser convertido em um cliente.

        Mas atenção: escolha bem que tipo de conteúdo linkar. Faça links que realmente sejam relevantes e tenham a ver com o assunto daquela página. Encher de links em todos os lugares do seu texto também prejudica a leitura e pode deixar os buscadores confusos. Aqui, vale o bom senso de incluir apenas os links que fizerem sentido. Você vai saber quando olhar para uma página com excesso de hiperlinks!

        Quanto mais links apontarem para seu site, melhor será o seu posicionamento. Isso porque o Google entende que sua página que recebe links é uma referência e, portanto, é confiável. Por esse motivo, o SEO off page, ou seja, o trabalhado fora do seu site, é tão importante.

        Além disso, a quantidade de Linking Root Domains ou Referring Domains (domínios diferentes que tenham um link para a sua página) impactará ainda mais no rankeamento. É melhor ter dois links de domínios diferentes que apontem para o seu site do que ter vários links do mesmo domínio.

        Abaixo, oferecemos algumas boas práticas para obter links relevantes por meio de um trabalho conhecido como link building:

        • Se ofereça para gerar conteúdo específico para blogs de outros sites. Se você é especialista em algum segmento, ninguém melhor do que você para escrever sobre o assunto. Portanto, use essa expertise para trazer links para a sua página;
        • Se você tem um blog, crie conteúdos educativos e, paralelo a isso, defina uma boa estratégia de redes sociais para divulgar esse material;
        • Invista em infográficos! Esse tipo de conteúdo com apelo imagético tende a ser mais compartilhado. Existem algumas ferramentas online que permitem que você crie infográficos sem a necessidade de ter um conhecimento prévio em design. Vale a pena dar uma olhada!

        Saiba mais...

        Além de observar as URLs na hora de definir o posicionamento, os buscadores também levam em conta o texto que é linkado nesse processo. Esse trecho que leva o link é conhecido como texto-âncora.

        É impossível controlar o texto que as pessoas linkam para a sua página, mas você pode ter um cuidado especial ao linkar seus conteúdos internos. Nesse sentido, evite colocar links sobre palavras como “clique aqui”, uma vez que esse termo é muito genérico para os buscadores. Veja os dois exemplos abaixo:

        • Errado: Lindo buquê de rosas com frete grátis para todo o Brasil. Clique aqui para conferir!
        • Correto: Compre os mais lindos buquês de rosas com frete grátis para todo o Brasil

        Dessa forma, o Googlebot entende sobre o que fala a página para a qual você está apontando por meio do link. Entenda mais sobre esse assunto no artigo abaixo:


        Saiba mais...

        11. Escreva títulos e meta tags únicos para cada página

        Primeiro de tudo, o que é uma meta tag? É o texto que vai identificar para o Google (ou qualquer outro buscador) do que se trata determinada página.

        As principais meta tags que você deve utilizar são:

        • Meta title (ou título SEO);
        • Meta description.

        Essas meta tags não aparecem na sua página, mas no resumo dela como resultado de uma busca no Google. Veja o meta title e a meta description indicadas pelas setas na imagem abaixo:

        Captura de tela com as meta tags do blog da Nuvemshop em uma página de resultados do Google

        Uma boa meta tag influenciará diretamente na quantidade de visitas recebidas pelos buscadores. Portanto, é essencial tê-las em cada página importante do seu site, incluir as palavras-chave e criar textos que despertem no usuário a vontade de clicar naquele resultado.

        O tamanho recomendado para os meta titles é de 55 caracteres e de 145 caracteres para as meta descriptions. Esses são os limites exibidos para dispositivos móveis — no desktop os valores são um pouco maiores. Mas está lembrado da importância do mobile para o Google na hora de indexar páginas? Então é melhor focar nos limites para dispositivos móveis. 📱

        Ao escrever as meta tags, tente ser o mais objetivo possível para se encaixar dentro dessa margem de caracteres e evite as práticas abaixo:

        • Textos que nada tenham a ver com o conteúdo da página;
        • Textos muito genéricos;
        • Copiar e colar um pequeno parágrafo que já exista;
        • Utilizar somente palavras-chave.

        12. Faça o seu site elegível para os buscadores

        O Googlebot lê as informações sobre os sites por meio dos códigos em HTML. Outros formatos não são compreendidos pelos robôs do buscador. Portanto, evite utilizá-los.

        O Flash, por exemplo, é uma ferramenta usada por designers para construir todo o diálogo do usuário com o site. Acontece que essa ferramenta é ilegível para os buscadores.

        Lembre-se de que vai ser inútil aplicar todos esses passos sugeridos nos itens acima se sua página for inacessível para os mecanismos de busca!

        13. Escreva para pessoas

        Muitas vezes, os empreendedores acabam focando tanto em agradar ao Google que se esquecem dos usuários. Essa, todavia, não é uma boa prática.

        O principal mecanismo de buscas do mundo é capaz de identificar o sentido das palavras e também o comportamento das pessoas ao navegar pelas páginas. Portanto, de nada adianta lotar seu site de palavras-chave que não fazem sentido para os visitantes e prejudicar a experiência do usuário.

        Além de todos os fatores que listamos aqui, o Google tende a levar como primeiros resultados aqueles em que as pessoas clicam e ficam mais tempo. Isso acontece porque esse comportamento demonstra que a página realmente entregou ao usuário o que ele procurava — e esse é o principal objetivo do buscador.

        14. Entenda as intenções de busca

        Outro ponto fundamental para melhorar seu posicionamento no Google para determinada palavra-chave é entender a intenção de busca dos usuários. Para que esse conceito fique mais claro, vamos observar um exemplo.

        Imagine que os usuários pesquisem “frete grátis”. Cabe a você tentar entender o que eles estão querendo ao buscar esse termo. Será que querem comprar em um e-commerce que oferece frete grátis? Ou, então, são empreendedores que estão querendo entender como usar a estratégia de frete grátis em suas lojas virtuais?

        Para chegar a essa resposta, você deve olhar os primeiros resultados apresentados pelo Google para a palavra-chave. Lembra-se de quando falamos que o mecanismo de buscas observa o comportamento dos usuários para levar as melhores opções para uma pesquisa?

        Pois bem, aqui a lógica será a mesma. Isto é, à medida que as pessoas clicarem em determinados resultados e permanecerem nessas páginas, o Google compreenderá o que exatamente elas querem saber e oferecerá esses resultados.

        15. Cadastre sua loja física no Google Meu Negócio

        A última dica é válida para aqueles que, além do e-commerce, possuem um estabelecimento físico. Por meio do cadastro no Google Meu Negócio, sua loja pode aparecer com grande destaque quando o nome dela for pesquisado pelos usuários:

        Captura de tela com a página de resultados do Google com destaque para o Meu Negócio da marca Morango Brasil

        Ao utilizar a plataforma gratuita do Google, você registra as informações sobre sua empresa e elas aparecem num quadro em destaque. Os principais dados que podem aparecer nele são:

        • Endereço;
        • Localização no Google Maps;
        • Horários de funcionamento;
        • Site;
        • Avaliações de usuários;
        • Produtos em destaque.

        Para saber mais sobre como usar o Google Meu Negócio, confira o artigo sobre esse assunto:


        Saiba mais...

        Como otimizar o SEO com a Nuvemshop?

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          Agora que você já conferiu todas essas dicas sobre SEO, deve estar se perguntando como aplicá-las à sua loja virtual, certo? Boa parte das dicas vão depender de como o seu e-commerce está estruturado e de que plataforma você usa.

          Caso seja a Nuvemshop, confira o vídeo abaixo com um passo a passo para otimização das páginas da sua loja virtual:

          Tudo certo para melhorar seu posicionamento no Google?

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            Espero que essas dicas sobre boas práticas de SEO para e-commerce tenham sido úteis e que você consiga aplicá-las o quanto antes!

            Lembre, apenas, que esse tipo de estratégia de otimização costuma levar um tempo até mostrar seus primeiros resultados. É um trabalho de longo prazo, pois, como vimos, o Google leva em conta também a reputação de um site ao ranqueá-lo. Então, sem desânimo e mãos à obra! 💪

            Para saber se está dando certo, não deixe de medir seus resultados por meio do Google Analytics. Com essa ferramenta você conseguirá analisar a procedência do tráfego que chega ao seu site, ver em que página os visitantes o abandonam, descobrir quais páginas recebem mais acessos, o tempo de permanência dos usuários por página, etc.

            Se quiser aprender ainda mais sobre o assunto, preparamos um vídeo superobjetivo com algumas das principais dicas. Olha só:

            Tem alguma experiência legal com SEO? Compartilhe conosco na caixinha de comentários. E se você ainda não começou a vender na internet, experimente a Nuvemshop por 30 dias grátis. Garanto que você vai gostar! 😉

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            Imagem illustrativa do Instagram da marca Osmoze
            Imagem illustrativa da loja virtual da marca Osmoze

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