10 maiores empresas de e-commerce do Brasil [lista 2026]

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Imagem mostrando uma pessoa utilizando o notebook para pesquisar as maiores empresas de ecommerce no Brasil
Pontos principais do artigo:
  • As maiores empresas de ecommerce do Brasil são: Mercado Livre, Shopee, Amazon Brasil, Magazine Luiza, Americanas, AliExpress, iFood, Casas Bahia, Netshoes e Shein;
  • As lojas virtuais que mais vendem têm em comum a adoção de diferentes canais de venda, vitrine virtual atraente, soluções logísticas eficientes e boa estratégia de marketing;
  • Na 11ª edição do NuvemCommerce, você confere mais números, tendências e insights entre as empresas de e-commerce. Baixe grátis!

Com o crescimento contínuo das compras online, o comércio eletrônico já faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Pensando nisso, reunimos uma lista com algumas das maiores empresas de e-commerce para você conhecer e se inspirar.

Para ter uma ideia do cenário, segundo o relatório NuvemCommerce 2026, o e-commerce brasileiro faturou R$ 235 bilhões em 2025 — um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. E a tendência é seguir em alta: a projeção para 2026 é de cerca de R$ 260 bilhões movimentados.

Quer entender quem está liderando esse mercado? Então continue a leitura e confira a lista completa!

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Quais são as maiores empresas de e-commerce no Brasil?

Tendo como base o ranking realizado pela Magazord com as maiores empresas do varejo brasileiro, separamos uma lista com as maiores empresas de ecommerce. Confira:

  • Mercado Livre: 305 milhões de acessos
  • Shopee: 214 milhões de acessos
  • Amazon Brasil: 126 milhões de acessos
  • Magazine Luiza: 108 milhões de acessos
  • Americanas:106 milhões de acessos
  • AliExpress: 81 milhões de acessos
  • IFood: 66 milhões de acessos
  • Casas Bahia: 62 milhões de acessos
  • Netshoes: 41 milhões de acessos
  • Shein: 31 milhões de acessos

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1. Mercado Livre

O Mercado Livre é o maior marketplace da América Latina, com forte presença no Brasil. Na prática, é um site de compra e venda que funciona como um shopping center virtual. Nele, milhares de vendedores podem expor seus produtos para que os compradores façam suas aquisições.

No começo de suas atividades, o Mercado Livre atendia com mais frequência vendedores únicos ou ocasionais — ou seja, pessoas que queriam vender algo que já havia perdido a utilidade, mais ou menos como um classificado online.

Atualmente, o site abriga profissionais especializados, lojas pequenas e grandes marcas que optaram por expor seus produtos nessa grande vitrine virtual. Houve um aumento considerável no nível dos vendedores, o que, consequentemente, criou uma maior concorrência em torno da compra do cliente.

💡 Saiba mais: Como vender no Mercado Livre?

2. Shopee

Outra empresa de e-commerce no topo da lista é a Shopee. Essa é uma plataforma de comércio eletrônico de origem asiática. Assim como outros marketplaces, ela permite que vendedores se cadastrem no canal de vendas para comercializar os seus produtos, com preços competitivos e possibilidade de frete grátis ou façam a integração com a ferramenta.

A Shopee funciona como um marketplace, oferecendo produtos com preço competitivo e condições especiais de frete grátis. Na plataforma, é possível navegar por diferentes categorias de produtos: de eletrônicos a artigos de decoração, passando por brinquedos e roupas. O pagamento pode ser realizado no cartão de crédito, boleto bancário ou Pix.

💡 Saiba mais: Como vender na Shopee?

3. Amazon Brasil

A Amazon Brasil é a versão local da gigante global do e-commerce, conhecida por sua vasta gama de produtos e logística eficiente. Ela atua tanto como varejista direto quanto como marketplace, permitindo que vendedores parceiros alcancem sua grande base de clientes.

Além de ser referência entre os maiores marketplaces, a marca também conquistou seu espaço no mercado de serviços de streaming. Com o lançamento do Amazon Prime Video e Amazon Prime Music, a empresa tem batido de frente com outras gigantes como Netflix, Spotify e HBO Max.

No Brasil, a Amazon deu seus primeiros passos como marketplace em 2014 e, atualmente, concorre com empresas como Mercado Livre e B2W. Com isso, o canal de venda apresenta algumas vantagens bastante competitivas, como frete grátis, plano de vendas individual, integração com plataformas de e-commerce e muito mais.

💡 Saiba mais: Como vender na Amazon?

4. Magazine Luiza

Magalu Markeplace é uma plataforma de vendas criada pelo multivarejista Magazine Luiza para ajudar os lojistas a aumentar as vendas online de forma prática e fácil, contando com todo o suporte da marca.

Nesse sentido, o modelo de negócio é direcionado a dois públicos distintos: profissionais autônomos que querem ter uma renda extra vendendo os produtos do site Magalu ou lojistas que desejam comercializar suas próprias mercadorias dentro da plataforma.

Essa estrutura de comércio eletrônico não só proporciona mais diversidade em produtos e serviços, mas oferece também diferentes condições de envio e pagamento para os clientes. Isso porque o fluxo de faturamento e entrega dos produtos é definido individualmente por cada vendedor, de acordo com as ferramentas disponibilizadas pelo marketplace.

Dessa forma, podemos dizer que o marketplace é um grande shopping online, em que os consumidores podem comparar diferentes ofertas, produtos e serviços — e escolher os que mais o agradam.

💡 Saiba mais: Como vender no Magazine Luiza?

5. Americanas

Outro grande nome da nossa lista de empresas de e-commerce, Americanas é um marketplace que faz parte do grupo Americanas Marketplace desde 2021. Isso porque antes o conglomerado chamava-se B2W marketplace.

Ele é considerado um dos maiores grupos varejistas do Brasil. Foi fundado em 1929 pelo austríaco Max Landesmann como uma loja de departamentos. Entretanto, há alguns anos começou a operação online como um marketplace.

A plataforma funciona como um mediador entre vendedores e compradores. Devido ao alto reconhecimento da marca, é muito procurada por lojistas de vários segmentos. É possível anunciar diversos produtos, como eletrodomésticos, livros, decoração, brinquedos, eletrônicos e mais.

💡 Saiba mais: Como vender nas Americanas?

6. AliExpress

Provavelmente você já conhece ou ouviu falar da empresa de e-commerce AliExpress, a varejista chinesa que desde julho de 2021 permite que empreendedores brasileiros cadastrem seus produtos e vendam pela plataforma.

O site conta com cerca de 2,5 bilhões de itens anunciados e boa parte deles pode ser entregue no Brasil. A diversidade de categorias de produtos é bem grande: você encontra eletrônicos, moda e acessórios, produtos para pets, acessórios automotivos e muito mais.

Além disso, como boa parte dos produtos vem da China, é possível encontrar preços muito competitivos no marketplace.

Ao longo dos anos, cada vez mais fornecedores têm se especializado em dropshipping no AliExpress, o que facilita muito a experiência dos empreendedores que querem abrir lojas nesse modelo e para os clientes finais. Isso porque a negociação com as lojas virtuais se torna muito simples e o produto é entregue sem problemas ao consumidor final.

💡 Saiba mais: Como vender no AliExpress?

7. IFood

O iFood é uma plataforma de entrega de comida online, que permite que os usuários façam pedidos de alimentos de restaurantes locais por meio de um aplicativo baixado em smartphones ou pelo site. Ele foi lançado em 2011 no Brasil e se tornou um dos maiores serviços dessa categoria no país.

Por meio do iFood, os usuários podem explorar uma ampla variedade de restaurantes, escolher os pratos que desejam e fazer o pedido diretamente pelo aplicativo. A ferramenta oferece opções de entrega em domicílio ou retirada no local, dependendo da preferência do usuário e da disponibilidade do estabelecimento.

Além disso, o iFood também oferece recursos adicionais, como avaliações de restaurantes e entregadores, pagamento online e a possibilidade de acompanhar o status do pedido em tempo real. A plataforma se tornou bastante popular por sua conveniência e praticidade, tornando mais fácil para as pessoas pedirem comida de forma rápida e segura.

💡 Saiba mais: Como vender comida pela internet?

8. Casas Bahia

Casas Bahia é uma das maiores empresas de e-commerce de varejo do Brasil, especializada na venda de eletrodomésticos, móveis, eletrônicos, eletroportáteis, celulares, produtos de informática, entre outros itens para o lar.

O site das Casas Bahia faz parte da maior empresa de marketplaces do país, a Via Varejo, que também inclui as bandeiras Ponto e Extra.com.br. Dessa forma, ao cadastrar sua loja na plataforma, você consegue vender nos três sites.

Para começar a vender nas Casas Bahia, no Ponto e no Extra.com.br, basta efetuar um único cadastro. A entrada na plataforma é gratuita, mas é cobrada uma comissão por venda que varia conforme o tipo de produto anunciado.

💡 Saiba mais: Como vender nas Casas Bahia?

9. Netshoes

A Netshoes surgiu no ano de 2000 com a abertura da primeira loja física em São Paulo. Mas foi em 2007 que a marca resolveu se aventurar no mercado digital, tornando-se uma grande empresa de e-commerce.

Mesmo após todos esses anos e com o crescimento do varejo online, a Netshoes é até hoje considerada um dos maiores e-commerces de artigos esportivos do mundo, com um catálogo online com mais de 40 mil produtos.

💡 Saiba mais: Como vender na Netshoes?

10. Shein

Por fim, a Shein é uma varejista que foi fundada em 2008 por Chris Xu, na China. A empresa foca na venda de artigos de moda, como acessórios, sapatos e roupas. Mas, além disso, também vende outros itens como artigos de papelaria e decoração.

Atualmente, é considerada a maior empresa de fast fashion do mundo, presente em 220 países. A varejista asiática funciona como um marketplace que possibilita que lojistas anunciem seus produtos para venda em troca de uma comissão.

💡 Saiba mais: Como vender na Shein?

O que é uma empresa virtual e como funciona?

Empresa virtual é todo negócio que utiliza a internet para realizar vendas. Essas empresas podem comercializar produtos ou serviços. Sendo assim, a característica principal desse tipo de negócio é realizar todo o processo de venda apenas por meio virtual, sem que o cliente precise se deslocar até um ponto físico.

No quesito funcionamento, as empresas virtuais são muito parecidas com as físicas. Isso porque, para que operem com sucesso, precisam ter um plano de negócios bem estruturado, bons fornecedores, atendimento ao cliente satisfatório etc.

O comércio eletrônico envolve muito mais do que apenas a criação de um site. A depender do produto vendido e do público-alvo — ou seja, das pessoas que vão comprar suas mercadorias —, a estratégia vai sofrer mudanças, assim como a plataforma escolhida.

A empresa virtual na modalidade e-commerce funciona como uma loja física, porém no ambiente virtual. Dessa forma, o cliente entra no site, escolhe seus produtos, coloca os itens no carrinho de compras, informa o endereço para entrega, paga e espera para receber a encomenda (ou escolhe retirar o produto em uma loja física ou ponto de retirada).

Quais são os tipos de empresas de e-commerce?

Com o crescimento acelerado das lojas virtuais e das empresas de e-commerce, essa modalidade passou a atender não apenas diferentes segmentos de empresas, mas também diversos tipos de clientes.

Isso significa que não só os produtos e a abordagem serão diferentes, mas o modelo de negócio deve ser pensado para se adequar aos diferentes tipos de comércio virtual.

Confira, a seguir, quais são os principais tipos de e-commerce:

Direct to Consumer (D2C)

D2C (Direct to Consumer) é a modalidade em que a empresa vende diretamente para o consumidor final, sem intermediários, tendo o e-commerce como seu principal canal de vendas.

No mercado atual, o D2C se tornou o modelo oficial das lojas virtuais. Isso porque, no e-commerce, a marca tem a oportunidade de vender diretamente ao consumidor, inclusive quando fabrica seus próprios produtos. Basta abrir um site de vendas para permitir que consumidores de todo o Brasil (e do mundo) comprem da empresa.

É uma tendência adotada por marcas nativas digitais, as chamadas DNVBs (Digitally Native Vertical Brands).

A Nuvemshop, por exemplo, que é maior plataforma de e-commerce da América Latina, tem várias marcas que vendem direto ao consumidor e é pioneira em promover o modelo D2C. Confira nosso artigo de sites que usam a Nuvemshop para conhecer diversas marcas nacionais.

Les Cloches, um dos sites que usam Nuvemshop e a loja virtual oficial da Fabiana Justus.

Loja virtual da Les Cloches, marca de moda D2C da influencer e empresária Fabiana Justus, sócia-embaixadora da Nuvemshop.

Para as marcas D2C em expansão, temos a solução exclusiva Nuvemshop Next, uma plataforma robusta com direito a gerente de e-commerce dedicado, checkout acelerado, liberdade de customização e mais de 200 integrações. Se você quer se juntar às grandes marcas D2C da internet, fale com um especialista e migre para a Nuvemshop Next:

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Business to Business (B2B)

O modelo de e-commerce B2B (Business to Business ou “empresa para empresa”, em português) é o tipo que representa a relação de fornecimento de produtos ou serviços entre empresas.

Na prática, esse tipo de relação é muito comum no mercado, já que poucos negócios operam de forma totalmente independente. Sempre que uma empresa compra de um fornecedor, por exemplo, existe uma transação B2B — e, quando ela acontece online, estamos falando de e-commerce B2B.

Business to Consumer (B2C)

O B2C (Business to Consumer ou “empresa para consumidor”) representa a relação de uma empresa com o consumidor final.

Nesse formato, a empresa pode atuar como fabricante, revendedora ou prestadora de serviços — o ponto central é que a venda acontece para uma pessoa física, sem intermediários no consumo.

É o caso do e-commerce B2C, presente tanto em grandes marketplaces, como Mercado Livre e Amazon, quanto na maioria das lojas virtuais próprias.

A diferença entre o D2C e o B2C é como acontece a venda. No D2C a empresa vende sem o intermédio de marketplaces ou revendedores. Já no B2C, ela pode vender por meio de marketplaces ou loja própria.

💡 Saiba mais: O que é B2B e B2C e qual a diferença entre os dois modelos?

Consumer to Consumer (C2C)

O que caracteriza o tipo de e-commerce C2C (Consumer to Consumer, ou seja, “consumidor para consumidor”, em português) é a relação de compra e venda entre duas pessoas físicas, ou clientes finais. É o que acontece em plataformas como Enjoei e OLX, por exemplo.

Essa é uma modalidade popular nas empresas de e-commerces. Para garantir a segurança no processo, os consumidores optam por plataformas que servem como intermediadoras entre vendedores e compradores.

Consumer to Business (C2B)

O Consumer to Business (ou “consumidor para empresa”, na tradução para português) é um tipo de e-commerce no qual pessoas físicas vendem ou prestam serviços para empresas.

A mais popular relação C2B atualmente no ambiente digital são os bancos de imagem. Nos sites, pessoas comuns exibem seu trabalho para empresas que precisam produzir conteúdos e, por isso, compram as fotografias e imagens.

Business to Administration (B2A) ou Business to Government (B2G)

O modelo Business to Administration (“empresa para administração pública”) ou Business to Government (“empresa para governo”) ocorre quando uma empresa oferece serviços ou vende produtos no ambiente digital para alguma instituição do governo.

A compra do produto ou serviço é feita com dinheiro público, fruto dos impostos pagos pelos contribuintes, ou seja, pela população. Por isso, esse tipo envolve grande responsabilidade.

Assim, empresas de e-commerce que se propõem a vender produtos ou prestar serviços para instituições governamentais devem passar por licitação. No entanto, há grandes vantagens em negociar com o governo. A principal delas está ligada à credibilidade que a empresa terá em relação às concorrentes.

Citizen to government (C2G)

Diferentemente do modelo anterior, em que o prestador de serviço é um CNPJ, aqui é uma pessoa física quem negocia com instituições governamentais.

Esse tipo de e-commerce depende muito do próprio governo, pois deve partir dele a criação de canais onde cidadãos possam enviar sugestões de soluções para problemas específicos, por exemplo.

Government to Consumer (G2C)

Aqui, o movimento que vemos é o oposto: uma transação é realizada entre o governo e o consumidor final, na qual este último adquire um produto ou serviço da instituição.

Esse é um processo comumente visto em pagamentos de impostos e serviços públicos, por exemplo.

Business to Employee (B2E)

Por fim, para fechar nossa lista de tipos de e-commerce, temos o Business to Employee (“empresa para funcionário”), no qual uma transação comercial é realizada entre a empresa empregadora e o seu funcionário, oferecendo uma variedade de serviços e recursos para melhorar o ambiente de trabalho e o desempenho dos colaboradores.

No contexto do B2E, a empresa atua como uma provedora de recursos para seus próprios funcionários, visando melhorar a produtividade, eficiência e satisfação no trabalho. Isso pode envolver a disponibilização de uma variedade de serviços, como benefícios, treinamentos, suporte técnico, assistência médica, programas de bem-estar, comunicação interna, ferramentas de colaboração e outras facilidades.

💡 Saiba mais: Principais tipos de e-commerce para começar a vender online

Tendências do e-commerce

Agora que você já conhece as principais empresas de e-commerce, chegou o momento de conferir dicas exclusivas para ter uma loja virtual de sucesso em 2026. Veja a seguir:

Conversional Commerce

O Conversational Commerce (ou comércio conversacional) é a venda feita por meio de conversas em canais como WhatsApp, chat e redes sociais. Essa tendência aproxima a marca do cliente, agiliza o atendimento e aumenta as chances de conversão com uma experiência mais personalizada.

Segundo dados do NuvemCommerce 2026, por exemplo, a maior aposta dos lojistas para 2026 é o conversational commerce estruturado através do funil scroll-to-chat. Ou seja, o consumidor descobre o produto de forma passiva enquanto rola o feed de redes sociais e é direcionado para fechar a compra em um ambiente privado, como o WhatsApp.

Assim, o atrito cai a zero, pois o cliente tira dúvidas e faz o pagamento no próprio aplicativo de mensagens, sem precisar ir até o site.

Comércio Agêntico

O comércio agêntico envolve o uso de inteligência artificial para automatizar decisões e ações no e-commerce. Na prática, isso significa contar com sistemas que recomendam produtos, criam campanhas e até interagem com clientes de forma autônoma, otimizando tempo e resultados.

Em 2026, a Inteligência Artificial evolui de uma ferramenta de “escrever textos” para se tornar o “cérebro” das operações. Assistentes como o ChatGPT e o Gemini atuarão como personal shoppers, pesquisando produtos na internet, comparando opções e entregando guias de compras detalhados com links diretos para a loja

Vídeo Commerce

O vídeo commerce usa vídeos curtos, lives e demonstrações para apresentar produtos de forma mais dinâmica. Esse formato ajuda o cliente a entender melhor o que está comprando, gera mais engajamento e pode acelerar a decisão de compra.

O conteúdo dinâmico, especialmente o Video Commerce e o Live Commerce, passam a atuar como infraestrutura direta de conversão. Ou seja, o vídeo deixou de ser um diferencial e virou uma necessidade para mostrar o produto em uso e resolver a objeção técnica do consumidor na hora da compra.

Força da venda direta (D2C)

O modelo D2C (Direct to Consumer) também segue em alta, permitindo que marcas vendam diretamente ao consumidor final, sem intermediários. Isso garante mais controle sobre a operação, melhora as margens e fortalece o relacionamento com os clientes.

Em 2026, lojistas utilizarão os marketplaces de forma estratégica, como vitrines para gerar visibilidade, atrair novos clientes e acelerar o giro de estoque. Já a rentabilidade tende a se concentrar na loja virtual própria, que oferece mais controle sobre a experiência, melhores margens e acesso aos dados do cliente.

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Tudo entendido sobre as maiores empresas de e-commerce?

Esperamos que este conteúdo tenha ajudado você a conhecer as maiores empresas de e-commerce no Brasil e, principalmente, a identificar oportunidades para o seu próprio negócio.

Agora é hora de dar o próximo passo. Crie sua loja virtual grátis na Nuvemshop e comece com a agilidade que você precisa hoje, tendo a certeza de estar em uma plataforma com infraestrutura robusta, preparada para acompanhar o crescimento do seu negócio. 🚀

Aqui você encontra:
Perguntas frequentes sobre empresas de e-commerce

Os maiores sites de vendas online do Brasil são: Mercado Livre, Shopee, Amazon Brasil, Magazine Luiza, Americanas, iFood, Casas Bahia, Netshoes, Shein e AliExpress.

Empresa virtual é todo negócio que utiliza a internet para realizar vendas. Essas empresas podem comercializar produtos ou serviços.

Para construir uma empresa virtual, você precisa definir um nicho de mercado e público-alvo, escolher uma plataforma de e-commerce, encontrar bons fornecedores, analisar a concorrência e começar a vender.

Uma empresa virtual precisa ter uma boa plataforma de e-commerce, meios de pagamento e formas de envio diversificados, estratégias de marketing, presença nas redes sociais e um bom atendimento ao cliente.

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